Results for ' prova da existência de Deus'

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    A Prova da Existência de Deus No de Libero Arbitrio de Agostinho.Maurizio Filippo Di Silva - 2024 - Basilíade - Revista de Filosofia 6 (11):11-21.
    O objetivo deste artigo é o de esboçar a prova da existência de Deus traçada por Agostinho de Hipona no segundo livro do De libero arbitrio. Tendo em vista tal fim, na primeira parte desta pesquisa, examinar-se-á o critério indicado pelo Hiponense para provar que Deus existe. Em seguida, isto é, na segunda etapa deste estudo, analisar-se-á a reflexão agostiniana sobre a Verdade como objeto comum e imutável do conhecimento da razão humana. Por fim, na terceira (...)
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    As provas da existência de deus em Descartes.Luciano Marques de Jesus - 1998 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 43 (2):347-364.
    SÍNTESE - O artigo tematiza as chamadas provas da existência de Deus na filosofia de René Descartes. A primeira, propriamente cartesiana, parte da idéia de infinito, presente no eu, para a existência do Ser infinito; a segunda, versão cartesiana do argumento da contingentia mundi, parte da existência do eu contingente que possui a idéia para a existência de Deus; a terceira é uma reedição do argumento ontológico de Santo Anselmo.
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    Considerações sobre a prova da existência de deus elaborada Por hasdai crescas.Alexandre Leone - 2015 - Kriterion: Journal of Philosophy 56 (131):191-212.
    Neste artigo,é exposto e discutido o caminho percorrido por Hasdai Crescas , filósofo judeu medieval que viveu em Barcelona, na elaboração de sua prova para a existência de Deus, formulada com base em sua crítica às provas apresentadas por Maimônides no "Guia dos Perplexos". A crítica de Crescas parte da formulação de um conceito geral de existência aplicável tanto ao ser necessário quanto aos seres contingentes. Outro aspecto interessante em seu caminho para a elaboração da (...) da existência de Deus é a distinção que ele faz entre quididade e existência no ser necessário, posição única entre os medievais e que introduz um importante aspecto de imanência em sua ideia de Deus, distinguindo-a radicalmente daquela defendida por Maimônides. This article presents and discusses the path followed by Hasdai Crescas , medieval Jewish philosopher who lived in Barcelona for the elaboration of his proof for existence of God, formulated from his critique of the evidence presented by Maimonides in the "Guide of the Perplexed". Crescas's critique starts with the formulation of a general concept of existence applicable to both the necessary being as to the contingent beings. Another interesting aspect of his way to formulate his proof is Crescas's distinction between existence and quiddity in the necessary being, a unique position among the medieval philosophers that introduces an important aspect of immanence in his idea of God, which radically differs from that advocated by Maimonides. (shrink)
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  4.  25
    Movimento como base cognoscitiva para a elaboração da Primeira Prova da existência de Deus em Tomás de Aquino.Anderson Frezzato - 2022 - ARARIPE — REVISTA DE FILOSOFIA 3 (1):81-93.
    Durante a história da Filosofia foram elaboradas muitas provas da existência de Deus. Este artigo visa abordar o pensamento de Tomás de Aquino na elaboração da sua Primeira Prova da existência de Deus, descritas na Suma Theologia e na Suma contra os Gentios. Para tanto, Tomás vai buscar na filosofia antiga, mormente em Aristóteles, recebendo e atualizando as argumentações sobre o Motor Imóvel aristotélico presente nas obras Física e Metafísica. Ambos concordam que existe movimento nas (...)
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  5.  69
    A Elevação do Espírito Pensante a Deus’ ou a Natureza Lógica do Conceito nas Preleções de Hegel Sobre as Provas da Existência de Deus.Marco Aurélio Werle - 2010 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (3):178-185.
    O artigo investiga a relação existente na filosofia de Hegel entre as provas sobre a existência de Deus e a elevação do espírito humano a Deus. Dois pontos serão ressaltados: a apreensão de Deus como espírito e a natureza lógica do Conceito e isso a partir do modo como Hegel discute tanto a necessidade histórica da “prova” da existência de Deus, surgida com o Cristianismo, quanto o sentido lógico-especulativo das duas principais modalidades dessas (...)
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  6.  14
    A Segunda Prova Cartesiana da Existência de Deus: Causa Sui Na Terceira Meditação.Luis Fernando Biasoli - 2023 - Thaumàzein - Rivista di Filosofia 16 (32):53-64.
    O objetivo do filósofo Descartes (1596-1650), com as duas provas da existência de Deus na Terceira Meditação, é provar o conhecimento da certeza da verdade da existência de Deus por meio, unicamente, da razão como causalidade. Ao se valer de duas provas, surge entre outros problemas de interpretação o seguinte questionamento: a nova prova da existência de Deus apresenta novidades em termos metafísicos ou é apenas mais uma explicação da primeira prova? O (...)
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  7.  38
    O discurso racional cartesiano na segunda prova da existência de Deus (The racional cartesian discourse on the second proof of God's existence).Monica Fernandes Abreu - 2010 - Horizonte 8 (16):153-165.
    Esta reflexão pretende mostrar o discurso racional cartesiano na segunda prova da existência de Deus. Para tanto, Descartes se depara com uma pergunta central: qual a causa da existência da res cogitans que é finita e possui a ideia de infinito? A resposta é encontrada na desproporcionalidade ontológica entre o finito e o infinito. Essa desproporcionalidade é elucidada mediante dois conceitos: o princípio de causalidade que determina que a causa deve ser igual ou superior a coisa (...)
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  8.  91
    Argumento ontológico. A prova a priori da existência de Deus na filosofia primeira de Descartes.Raul Landim Filho - 2000 - Discurso 31:115-156.
    A prova ontológica cartesiana tem duas partes: a primeira consiste em inferir da idéia clara e distinta da essência de Deus o conhecimento verdadeiro dessa essência, que é caracterizada como a de um ente sumamente perfeito. A segunda parte tem como premissa inicial o conhecimento da essência de Deus. A partir desse conhecimento é provada a sua existência. A principal objeção à primeira parte da prova se baseia na crítica de S. Tomás ao argumento de (...)
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  9.  15
    Verdade e Evidência da Existência de Deus Em São Boaventura.Paulo Martines - 2024 - Basilíade - Revista de Filosofia 6 (11):23-38.
    O tema da existência de Deus é apresentado por São Boaventura a partir de três vias que conduzem o pensamento humano à certeza natural, enquanto adesão firme à verdade que a inteligência conhece, seja segundo as razões eternas, seja por meio de provas demonstrativas. Essas três vias consideram respectivamente, o autoconhecimento da alma; o reconhecimento do mundo exterior, na relação entre as criaturas e o criador; e o plano da evidência imediata e suficiente por si para engendrar a (...)
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  10.  77
    Um Argumento a Favor da Existência de Deus Formulado por Pierre Duhem.Fábio Rodrigo Leite - 2016 - Trans/Form/Ação 39 (4):33-58.
    RESUMO: O objetivo deste artigo é examinar o que entendemos ser uma prova original da existência de Deus na obra de Pierre Duhem. Cremos que a originalidade dessa prova consiste especialmente nas premissas usadas pelo filósofo. Quanto à forma, a mesma assemelha-se ao conhecido argumento do desígnio, mas a sua versão se caracteriza por buscar na história das teorias físicas a matéria da qual a existência de uma Providência é derivada. É a complexa evolução das (...)
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  11. Princípio de Causalidade, Existência de Deus e Existência de Coisas Externas.Ethel Rocha - 2000 - Cadernos de História E Filosofia da Ciéncia 10 (1).
    Meu objetivo nesse artigo é o de reconstruir a primeira prova da existência de Deus e a prova do mundo externo como estas são apresentadas por Descartes nas Meditações Metafísicas tendo como fim examinar o modelo de causalidade nelas envolvido. Pretendo mostrar que embora Descartes, nas duas provas, ao recorrer ao princípio de causalidade, expressamente mencione um único e mesmo modelo de causalidade, a saber, o modelo segundo o qual a causa transmite sua essência ou parte (...)
     
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  12.  29
    Memória E confissão como exercício prático do conhecimento da verdade de deus no pensamento de agostinho.Roberto Saraiva Kahlmeyer-Mertens - 2003 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 48 (3):343-349.
    Este estudo oferece uma interpretação filosófica dos conceitos de memória e confissão, a partir da obra Coniissões de Agostinho. Estes conceitos são abordados com relação a outros temas importantes do pensamento de Agostinho, como, por exemplo, a teoria da iluminação, a prova noológica da existência de Deus e a concepção de Deus como fundamento da totalidade dos entes.
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  13. Função do Conceito de Idéia Inata na Prova da Existência da Subst'ncia Infinita Apresentada na V Meditação de Descartes.Ethel Rocha - 2007 - Cadernos de História E Filosofia da Ciéncia 17 (2).
    No presente artigo pretendo examinar a função do conceito de idéia inata no contexto da argumentação cartesiana da V Meditação das Meditações Metafísicas. Minha hipótese é a de que se trata de um conceito fundamental para garantir a distinção entre idéias de essências forjadas pelo pensamento de idéias de essências verdadeiras e imutáveis. Com essa análise pretendo mostrar que a V Meditação, bem como todas as outras tem um caráter fundamentalmente epistemológico: Descartes ali pretende apresentar os critérios para o reconhecimento (...)
     
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  14.  13
    A existência real só pode ser provada pela existência real? A crítica de Locke contra a prova a priori cartesiana.Leandro Alves da Silva - 2022 - Cadernos Espinosanos 47:179-208.
    No _ Ensaio sobre o Entendimento Humano _ ( iv.x.7), John Locke registrou uma breve apreciação da prova _ a priori _ cartesiana, afirmando que ela seria, isoladamente, uma maneira imperfeita de abordar a questão da existência de Deus. Todavia, num manuscrito de duas páginas, datado de 1696, ele considerou essa prova inconclusiva, pois poderia ser utilizada tanto por teístas como por ateus, ficando a questão inacabada. Considerando a escassez de estudos lockeanos tratando desse manuscrito, este (...)
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  15.  8
    Para Além da Morte de Deus.Martha de Almeida - 2009 - Kínesis - Revista de Estudos Dos Pós-Graduandos Em Filosofia 1 (2):222-231.
    A morte de Deus é um tema bastante explorado na filosofia nietzschiana, entretanto esta questão nos remete a outras,como veremos neste artigo. Na história da Filosofia foi necessário, primeiramente, que se fundamentasse o “eu” para que pudéssemos alcançar a evidência de Deus. No entanto, se o próprio eu cartesiano é posto à prova, como poderemos fundamentar a existência de Deus? Assim, fomos desconstruindo em nossa análise os fundamentos da idéia de Deus até chegarmos ao (...)
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  16.  21
    A efemeridade dos entes e a eternidade de Deus na terceira via tomásica.Clodoaldo da Luz - 2023 - Griot 23 (1):166-174.
    A fugacidade é própria de todo o ente, pois esse recebe o ser e não tem por si a sua existência. Já a eternidade é atributo único do Ser, de Deus, pois é o necessário por si. Nesse sentido, o presente artigo visa refletir sobre a efemeridade dos entes corruptíveis e dos entes incorruptíveis, bem como acerca da eternidade de Deus na terceira via tomásica. Deste modo, em primeiro lugar, apresentar-se-á a referida prova acerca da (...) de Deus. Num segundo momento, será tecido um apontamento acerca da efemeridade dos entes corruptíveis, os quais sofrem os efeitos da dinâmica da geração e corrupção. Depois, verificar-se-á que os entes incorruptíveis também possuem uma existência efêmera, pois podem ser aniquilados por Deus. Por fim, será elucidado que Deus é o Ser necessário por si e por isso é eterno. Haja vista que Deus concede e mantém a existência de todo o ente. (shrink)
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  17.  11
    Los acuerdos de Kierkegaard y Hegel sobre la demostración de la Existencia de Dios.Magdiel Martinez Gomez - 2021 - Analytica. Revista de Filosofia 23 (1):35-53.
    ResumoO objetivo da reflexão é conseguir um contato assertivo entre Hegel e Kierkegaard, quando ambos analisam a tarefa demonstrativa com a prova ontológica da existência de Deus. Trata-se de aproveitar que Kierkegaard reflete um pouco sobre a lógica do pensamento nas Migalhas filosóficas, para buscar um acordo com Hegel nessas áreas, além dos confrontos habituais entre o “existencialismo” de um e o “logicismo” do outro. Ao longo de quatro séries ou eixos argumentativos, ambos os autores, em seus (...)
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  18. Voltaire, Maupertuis e o debate sobre o princípio de ação mínima no século XVIII: aspectos científicos e extracientíficos.Roberto de Andrade Martins & Silva Ana Paula Bispo da - 2007 - Filosofia Unisinos 8 (2):146-169.
    Towards the middle of the 18th century, Pierre-Louis Moreau de Maupertuis proposed the “principle of least action” as a fundamental law of physics and as a proof of the existence of God. Samuel König and other contemporary authors criticized Maupertuis’ work. There ensued a fierce discussion concerning this subject, in which Leonhard Euler, the king Frédéric II of Prussia and Voltaire took part. This paper discusses that debate, emphasizing its extrascientific features and analyzing the interests that motivated the actions of (...)
     
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  19.  32
    Da demonstração da existência de Deus por R. P. Lami (Mémoires de Trévoux, 1701).Leandro Alves da Silva - 2021 - Cadernos Espinosanos 44:291-299.
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  20.  25
    O Infinito E deus em Hobbes.Márcia Zebina - 2003 - Philósophos - Revista de Filosofia 8 (2).
    Este artigo pretende analisar a impossibilidade do conhecimento do infinito e, conseqüentemente, a impossibilidade do conhecimento de Deus na filosofia hobbesiana. Ao contrário de Descartes, que prova a existência de Deus pelos efeitos, na assim chamada prova ontológica, Hobbes não admite qualquer prova da existência de Deus, além de recusar-se a atribuir-lhe qualquer funcão política ou epistemológica. Deste modo, Deus será objeto de crença e não de ciência na filosofia hobbesiana.
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  21.  6
    Al-Kindi leitor da "teologia de Aristóteles".Arthur Klik - 2022 - Revista Ética E Filosofia Política 2 (24):178-201.
    Este artigo procura investigar um encontro bastante curioso de tradições. Neste caso em particular, sobre como uma paráfrase da obra de Plotino, de autoria atribuída a Aristóteles, poderia ter influenciado na elaboração de um esquema argumentativo que, aparentemente, visava utilizar a Herança grega recebida pelos árabes no século VI, em questões inerentes ao contexto de disputa intelectual do Islã nascente. Mais especificamente, nosso trabalho se aprofunda em algumas relações que se pode levantar entre a obra Teologia de Aristóteles, uma paráfrase (...)
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  22.  27
    Argumentação teológica: a existência de Deus. Entender a necessidade da existência de Deus para o sentido da vida e a racionalidade da fé.Alex da Silva Mendes - 2016 - Revista de Teologia 10 (17):154-167.
    At first, it must be said that the existence of God is the great affirmation presupposed by the Bible. The Bible does not attempt to prove the existence of God, it simply takes this existence as a fact. The great Reformed theologian Louis Berkhof says: "For us the existence of God is the great presupposition of theology." In fact, no theologian could deny the existence of God, as this automatically would cause him to be without profession. But throughout history, philosophers (...)
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  23.  21
    A prova da existência da multiplicidade de corpos na Sexta Meditação.César Augusto Battisti - 2011 - Educação E Filosofia 25 (Especial):181-214.
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  24. O Argumento Probabilístico Em Favor Da Existência De Deus A Partir Da Consciência.Richard Swinburne - 2004 - Episteme 18.
    O artigo sustenta que, a fim de dar uma descrição completa do mundo, precisamos listar não apenas os eventos cerebrais que ocorrem, mas também os eventos mentais e analisálos como estados de uma substância imaterial, a alma. Com base nesse dualismo de substância, defende-se que a ciência física não tem como explicar a existência de vida consciente. O artigo conclui que, levando-se em conta a estrutura de argumentação formalizada no Teorema de Bayes, podemos dizer que o fenômeno da vida (...)
     
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  25.  40
    A (im)possibilidade do “conhecimento” de Deus em Kant: o Sumo Bem, objeto necessário da razão.Luiz Rohden & Valdinei Vicente de Jesus - 2016 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 61 (3):440-455.
    O sumo bem, tal qual apresentado na CRPr, consiste na união da moralidade com a felicidade. Como esta ligação não pode ser assegurada necessariamente pelo próprio homem durante a sua finita e imperfeita existência, resta que se existe uma síntese; a mesma apenas pode ser elucidada em um suposto juízo sintético a priori que possa unir a vida terrena virtuosa com a felicidade post mortem que é o que parece exigir uma síntese desta natureza. Frente a esta questão, defendemos (...)
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  26.  13
    Notas Sobre o Argumento Ontológico Nas Meditações Metafísicas de Descartes.Luis Fernando Biasoli - 2022 - Thaumàzein - Rivista di Filosofia 15 (29):11-22.
    A Quinta das Meditações Metafísicas desafia, ainda hoje, seus intérpretes, dado que nesta parte de sua obra-prima, Descartes discute as implicações do conhecimento das essências dentro de seu projeto fundacionista do conhecimento em bases metafísicas. O objetivo de nosso trabalho é mostrar algumas tensões dentro do argumento cartesiano, sobremaneira, as originadas pela apresentação de uma nova prova da existência de Deus - o argumento ontológico, que teve grandes defensores, mutatis mutandis - na história da filosofia: São Boaventura, (...)
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  27. A importância das Reflexões sobre o otimismo para o desenvolvimento intelectual kantiano. Tradução e texto introdutório.Bruno Cunha - 2015 - Studia Kantiana 18:206-226.
    As Reflexões sobre o otimismo são as mais antigas reflexões kantianas sobre metafísica que aparecem no legado manuscrito [ handschiftlicher Nachlass ], remetendo-se ao fecho de 1753 ou 1754. Para justificar a importância de sua tradução, eu argumento que as consequências oriundas do problema da teodicéia, que cerceiam sua problemática, apresentam-se como alguns dos aspectos fundamentais do desenvolvimento intelectual kantiano no que concerne aos âmbitos da teologia racional e da ética. Por um lado, argumento que a crítica à teodicéia de (...)
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  28.  40
    O argumento ontológico e o problema da possibilidade da existência de Deus.Pedro Merlussi - 2009 - Critica.
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  29.  11
    Hume e Mandeville: sobre a Divisão do Trabalho, ou, o Mundo da Invenção.Pedro Paulo Pimenta - 2024 - Revista de Filosofia Moderna E Contemporânea 10 (3):137-152.
    Este artigo propõe aproximações entre Hume e Mandeville a partir do modo como cada um deles entende a divisão do trabalho como um fenômeno moderno característico das sociedades comerciais europeias. O ponto de partida, comum a ambos, é a ideia de que o homem, ou a natureza humana, é um animal movido por paixões muito semelhantes, senão idênticas, às de outros animais, notadamente os mamíferos. A antropologia subjacente à divisão do trabalho tem, portanto, uma raiz fisiológica. O mesmo paradoxo interessa (...)
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  30.  5
    O Que É Consciência? Uma Análise a Partir da Perspectiva de Searle.Thiago Rezende de Deus Cardoso & Leonardo Ferreira Almada - 2013 - Kínesis - Revista de Estudos Dos Pós-Graduandos Em Filosofia 5 (10):222-243.
    Neste artigo pretendemos discutir o conceito de consciência na perspectiva de John Searle analisando seu pensamento filosófico acerca deste conceito. Para isso, analisamos uma obra de Searle intitulada Consciência e Linguagem, na qual Searle retrata aspectos interessantes sobre a consciência, sobretudo nos três primeiros capítulos. Talvez o grande problema do estudo da consciência seja a tarefa conceitual, pois são vinte cinco séculos de tentativas sem que cheguemos a um conceito “universal” de consciência. Para Searle não é difícil delimitarmos consciência: consciência (...)
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  31. A Existência de Deus.Richard Swinburne & Edrisi Fernandes - 2008 - Princípios 15 (23):271-190.
    Conferência apresentada no Departamento de Filosofia da UFRN, no dia 22 de novembro de 2007. Título original: “The Existence of God”.
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  32. Dialectic and existence in Kierkegaard and Kant.Nythamar Fernandes De Oliveira - 2001 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 46 (2):231-253.
    Este artigo procura examinar em que medida a filosofia moral de Kierkegaard se apóia na crítica kantiana da razão dialética. Mostra-se que a rejeição kantiana da prova ontológica da existência de Deus significa um afastamento da incerteza objetiva em direção à certeza prática, enquanto a dialética kierkegaardiana da existência permite que a verdade seja tomada como sendo tanto pessoal quanto objetiva. Se a concepção kierkegaardiana de existência não pode ser separada do Paradoxo Absoluto ou se (...)
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  33.  82
    Refutação do Argumento Ontológico, ou Filosofia Crítica versus Filosofia Dogmática.Andrea Luisa Bucchile Faggion - 2011 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (2):64-83.
    Em seu artigo “Kant’s Critique of the Three Theistic Proofs [partial], from Kant’s Rational Theology”, incluído no livro Kant’s Critique of Pure Reason. Critical Essays, Allen Wood pretende mostrar que Kant não teria provado que a existência não poderia ser um predicado real ou determinante. Em seu artigo “Anselm’s Ontological Arguments”, publicado na revista The Philosophical Review, Norman Malcolm pretende mostrar que Kant não teria provado que a existência necessária não poderia ser um predicado real ou determinante. Lidando (...)
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  34.  13
    O Ateísmo No Manuscrito Jordanus Brunus Redivivus.Marcelo de Sant’Anna Alves Primo - 2024 - Revista Dialectus 32 (32):67-81.
    O manuscrito clandestino Jordanus Brunus redivivus ou Traité des erreurs populaires foi publicado em 1771, não trazendo indicação alguma de sua autoria. Entretanto, a despeito do anonimato da obra, ela tornou-se um dos textos mais famosos dentre a filosofia clandestina do século XVIII, aludindo a um filósofo que foi uma das maiores vítimas da superstição e do fanatismo de sua época: Giordano Bruno. O título do escrito é uma espécie de homenagem ao pensador italiano, mas não há no decorrer da (...)
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  35. Notas wittgensteinianas sobre O conceito de milagre.Alison Vander Mandeli - 2013 - Fundamento 7.
    Muitos teístas argumentam que a ocorrência de milagres é prova cabal da existência de Deus. Partindo de algumas ideias de Wittgenstein, pretendo mostrar que essa postura teísta é equivocada, dado que a essência do fato milagroso seria o deslumbramento e posterior mudança de vida que ele pode ocasionar no observador e não um fenômeno inexplicável, sendo mais compreensível ao postularmos a existência de um autor divino para ele. O milagre não prova a existência de (...)
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  36.  17
    Leibniz: expressão e característica universal.Tessa Moura Lacerda - 2006 - Cadernos Espinosanos 15:87.
    A crítica de Leibniz à prova a priori da existência de Deus, retomada de Anselmo por Descartes, resume-se à observação de que, antes de admitir a existência de um ser perfeitíssimo, é preciso provar a possibilidade d noção de um tal ser; e, para isso, é preciso mostrar a compatibilidade entre as perfeições divinas. A prova é correta, mas incompleta. Leibniz jamais completou essa prova, com exceção de um texto escrito em 1676, porque, para (...)
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  37.  8
    Resenha de "A Existência de Deus" de Richard Swinburne.Sérgio Ricardo Neves Miranda - 2020 - Dissertatio 50:399-405.
    Trata-se de uma resenha da tradução para o português da obra mais influente do filósofos da religião Richard Swinburne.
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  38.  15
    Sobre o Papel Das Ideias Dos Sentidos Na Prova Cartesiana da Existência Do Mundo Externo Material.Fellipe Pinheiro de Oliveira - forthcoming - Prometeus: Filosofia em Revista.
    Descartes faz alusão, no início da prova da existência do mundo externo material, à consciência de uma passividade que é dada pela involuntariedade das ideias dos sentidos. A experiência dessa passividade permite que a questão acerca de qual é a causa ativa que a explica seja colocada, o que conduz, ao final dos passos do raciocínio, ao conhecimento da existência dos corpos como as causas das ideias dos sentidos. O objetivo desse artigo é examinar o papel que (...)
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  39. É o mal no mundo logicamente compatível com a existência de Deus?Domingos Faria - 2016 - Aufklärung: Revista de Filosofia 3 (1).
    O objetivo deste artigo, que se insere no âmbito da filosofia da religião, é tratar o problema lógico do mal e mais concretamente a teoria da defesa do livre-arbítrio de Alvin Plantinga. Quero examinar se esta é uma teoria plausível e se resiste a algumas objeções. Pretendo defender que esta teoria parece resistir a certas objeções.
     
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  40.  69
    The Dependence of Descartes' Ontological Proof: Upon the Doctrine of Causa Sui.Robert C. Miner - 2002 - Revista Portuguesa de Filosofia 58 (4):873 - 886.
    Can God be the efficient cause of himself (causa sui,)? It is well known that Descartes answers this question in the affirmative, but it is considerably less clear why. The main contention of the essay is that Descartes advances the causa sui doctrine because he came to think that the ontological proof of Meditation V required it. We argue these contentions through a close analysis of Descartes' initial articulation of causa sui in response to Caterus, followed by attention to the (...)
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  41.  8
    Prova matématica da existência de Deus.Bandeira de Mello & Lydio Machado - 1973 - [Brasil]:
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  42.  16
    O anseio por Deus e a confiança em seu auxílio: Sl 63(62) à luz da análise Retórica Bíblica Semítica.Waldecir Gonzaga & Fabio Da Silveira Siqueira - 2024 - Perseitas 12:140-169.
    O Sl 63(62) é de singular importância para a liturgia cristã. Evocando o desejo de Deus que faz com que o ser humano se levante antes da aurora para buscá-lo (v.2), este Salmo tornou-se a oração matutina por excelência, tanto para a liturgia bizantina, que o recita no órthros, quanto para a liturgia romana que, depois da reforma litúrgica do Vaticano II, o reservou para as Laudes do Domingo da I Semana do Saltério. O objetivo do presente artigo é (...)
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  43.  3
    Ontologia, Linguagem e História Em Agostinho: Contradição e Sexualidade N’a Cidade de Deus.Luiz Marcos da Silva Filho - 2024 - Dissertatio 10 (supl.):243-270.
    Neste artigo, proponho-me investigar a sexualidade e a contradição a partir da análise do “início” da história n’A cidade de Deus, XIV, de Agostinho, onde a “vontade”, sob a figura privilegiada da “libido”, é disposta como princípio e fundamento da história por meio da elucidação de vários planos de contradições constitutivas da condição humana. Mais precisamente, se o pecado inaugura um regime de existência humana em ruptura com a essência, trata-se da passagem ou queda do ser humano da (...)
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  44.  31
    A questão primeira de Deus: O desafio humanitário da eclesiologia do século XXI.Everaldo dos Santos Mendes & Clélia Peretti - 2022 - Franciscanum 64 (177).
    Neste artigo, objetivamos refletir sobre a experiência cristã de Deus diante da tentação do vazio cultural que assola as «teologias» da secularização e o vazio de Deus nas «contra-teologias». No percurso investigativo, revisitamos a literatura teológica da tradição católica, mapeando as contribuições das teologias da experiência cristã de Deus como a experiência de uma plenitude. Por este caminho, delineamos uma pesquisa bibliográfica de abordagem qualitativa. No seio da sociedade contemporânea, desafiada por «crises permanentes», corrupção, barbáreis e pandemia (...)
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  45.  20
    Existência e predicação de existência na crítica de Gassendi à prova ontológica cartesiana da quinta meditação.Elane Maria Farias de Carvalho - 2010 - Cadernos Espinosanos 22:27.
    O objetivo deste artigo é examinar a noção de ‘existência’ na crítica de Gassendi à prova ontológica cartesiana da Quinta Meditação, a fim de tentar avaliar que pressupostos lógicos e metafísicos estão implicados tanto na afirmação de Gassendi segundo a qual a existência não é uma perfeição, como em sua outra objeção adicional, na qual ele utiliza a lógica dos predicáveis para combater a tese cartesiana de que a existência é uma propriedade.
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  46.  27
    Leibniz: Das existências contingentes à existência necessária.Caio Felix dos Santos - 2016 - Cadernos Espinosanos 35:459-485.
    This article aims to reconstruct the way by which Leibniz presents in some of his texts an a posteriori proof of God’s existence. To this end, we intend to demonstrate the centrality of the Principle of Sufficient Reason applied to the contingency of the passage to the existence of a given world. Once demonstrated the existence of God by these ways, and still taking into account the Principle of Sufficient Reason - now applied to the existence of this world in (...)
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  47. Deus summe sensibilis: A sensibilidade de Deus no Proslogion de Santo Anselmo.Felipe de Azevedo Ramos - 2013 - Lumen Veritatis 6 (25):89-100.
    No anseio de compreender a verdade divina, Santo Anselmo, em seu Proslogion, desenvolve o célebre unum argumentum a respeito da existência de Deus. Na segunda parte da obra, ao expressar-se sobre os atributos divinos e sobre as antinomias que se lhe apresentam, o Doutor Magnífico surpreende o leitor com a revelação de que Deus é summe sensibilis — sumamente sensível. Parte-se então de duas visualizações: a possibilidade de Deus ser sensível em si mesmo (secundum se), ou (...)
     
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  48.  23
    Teilhard de Chardin e a Questão de Deus.Henrique Cláudio de Lima Vaz - 2005 - Revista Portuguesa de Filosofia 61 (1):137 - 158.
    O presente artigo pretende mostrar por que é que a actualidade de Teilhard de Chardin é hoje imune às vicissitudes dos tempos e a sua obra se transformou num verdadeiro clássico do pensamento cristão no século XX. Mostra-se, com efeito, o valor permanente da mensagem teilhardiana, mensagem esta que importa acolher com entusiasmo renovado no momento em que se comemoram os primeiros 50 anos depois da morte do grande cientista e pensador. Neste sentido, o artigo mostra de que modo a (...)
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  49.  20
    Do Pensável e do Impensável na filosofia do Argumento Anselmiano.Maria Leonor L. O. Xavier - 2008 - Revista Portuguesa de Filosofia 64 (1):275 - 296.
    Um dos mais apelativos legados da tradição filosófica ocidental, o argumento ontológico, é aqui retomado com base na sua versão inaugural, a de Proslogion 2-3, de Anselmo de Cantuária. Este artigo representa um momento culminante de um processo de reflexão pessoal e de revisão continuada da compreensão do argumento anselmiano por parte da autora. Há, por isso, aqui um testemunho de auto-crítica e a definição clara de uma linha interpretativa, que não evita recusar orientações tradicionalmente dominantes na interpretação do argumento (...)
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  50.  6
    O homem à procura de Deus.Paul Eugène Charbonneau - 1981 - São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária.
    É próprio da natureza do homem interrogar-se. Desde que existe, ele procura compreender as coisas e o mundo a seu redor, mas, em especial, a si próprio. Por que existe? Para onde vai? Qual o valor da sua existência? Que caminhos têm sentido? Nesta perspectiva, o problema de Deus torna-se o cerne da interrogação contemporânea. É preciso tentar encontrar o caráter essencial da fé. Aqueles para quem a existência é interrogação poderão entrever aqui uma resposta, cuja riqueza (...)
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