Results for 'Rousseau – imaginação – loucura – integridade interior do homem'

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    Imaginação E loucura: Os diálogos de Rousseau.Jacira Freitas - 2012 - Cadernos de Ética E Filosofia Política 21:193-206.
    O texto aqui apresentado se constrói na intersecção de duas vertentes de interpretação da filosofia de Rousseau: por um lado, aquelas que privilegiam o aspecto moral do pensamento do genebrino; e, por outro lado, as leituras concentradas nos aspectos autobiográficos de sua obra.
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  2.  13
    O Poder Soberano Em Jean-Jacques Rousseau.Marco Antônio Correa Bezerra - 2021 - REVISTA APOENA - Periódico dos Discentes de Filosofia da UFPA 1 (1):84.
    A questão fundamental dessa investigação será mostrar quais bases sustentam a ideia do poder soberano no interior do chamado Estado Moderno e como nele se manifesta a relação com seus membros. Para alcançar esse objetivo pretendemos inicialmente mostrar a busca destas bases que o pensamento de Jean-Jacques Rousseau persegue desde o Discurso sobre as ciências e as artes (1749), passando pelo Discurso sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens (1755) até alcançar sua formulação mais (...)
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  3. Forçar-nos A Ser Livres? O Paradoxo Da Liberdade No Contrato Social De Jean-jacques Rousseau.Jose Marques - 2010 - Cadernos de Ética E Filosofia Política 16:99-114.
    Resumo: A célebre passagem próxima ao final do Livro I do Contrato social em que Rousseau recomenda a coerção, pelo corpo político, daquele que se recusar a obedecer à vontade geral, e acrescenta que isso equivale a “forçá-lo a ser livre”, tem provocado a perplexidade, se não mesmo a hostilidade, de comentadores que vêem aí uma prova clara de que a doutrina política de Rousseau impõe a submissão tirânica do indivíduo à vontade coletiva. O que mais surpreende, nessa (...)
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  4.  13
    A educação do homem interior.Daiane Costa & Angelo Vitório Cenci - 2021 - Educação E Filosofia 35 (73):273-299.
    A educação do homem interior: O cultivo da vontade em Agostinho de Hipona Resumo: O estudo aqui apresentado tem como objetivo principal a investigação da formação humana nas obras filosóficas Comentários Literal ao Gênesis, A Trindade e O livre-arbítrio, de Agostinho de Hipona. Para isso, aborda-se a noção da antropologia do referido autor; a sua compreensão de corpo e alma (dimensão humana no homem animal) e, por último, objetiva-se explicitar alguns pressupostos de uma educação do ser humano (...)
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  5.  39
    Rousseau e Schiller: elementos para uma formação estética do homem.Daiane Eccel & Marlene de Souza Dozol - 2017 - Educação E Filosofia 31 (62):1227-1248.
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  6.  38
    A emergência do homem de desejo: sobre o curso Subjectivité et vérité, de Michel Foucault.Cesar Candiotto - 2015 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 60 (2):344-365.
    O artigo tem como objeto principal o curso de Michel Foucault no Collège de France, Subjectivité et vérité, ministrado em 1980-1981 e editado em 2014. Pretende-se mostrar de que maneira e mediante quais argumentos Foucault chega à afirmação de que a relação entre sujeito e verdade na experiência antiga dos aphrodisia é da ordem da incompatibilidade. Na pederastia grega os atos sexuais e seus prazeres foram considerados obstáculos para o acesso à verdade e para a constituição do sujeito ativo. No (...)
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  7.  24
    O problema dos direitos humanos em Kant.Aylton Barbieri Durão - 2020 - Griot : Revista de Filosofia 20 (1):303-313.
    Ultimamente surgiram trabalhos que mostram que Kant fundamenta os direitos humanos a partir da liberdade inata, como único direito inato que o homem possui em virtude de sua humanidade. Contudo, a liberdade inata não permite justificar uma teoria dos direitos humanos porque constitui apenas um direito inato sobre o meu e o teu interior que possibilita a posse empírica, ademais, embora um direito humano seja inalienável, deve-se renunciar a ela para ingressar no estado civil; além disso, as quatro (...)
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  8. A Pesquisa Científica e a Psicologia.Michel Foucault & Marcio Miotto - Tradutor - 2010 - Espaço Michel Foucault.
    As múltiplas psicologias que pretendem descrever o homem dão a impressão de ser tentativas desordenadas. Elas pretendem se construir a partir das estruturas biológicas e reduzem seu objeto de estudo ao corpo ou o deduzem das funções orgânicas; a pesquisa psicológica não é mais que um ramo da fisiologia (ou de um domínio dela): a reflexologia. Ou então elas são reflexivas, introspectivas, fenomenológicas e o homem é puro espírito. Elas estudam as diversidades humanas e descrevem a evolução da (...)
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  9.  54
    O Homem do Homem e o Eu de Si-Mesmo.Márcio Suzuki - 1999 - Discurso 30:25-62.
    Este ensaio procura reconstruir o modo como Kant lê dois filósofos que desempenharam um papel fundamental no desenvolvimento do pensamento crítico, David Hume e Jean-Jacques Rousseau. O foco principal da reconstrução que aqui se faz não é o conteúdo doutrinal dessas filosofias, mas o processo reflexivo de leitura, por meio do qual Kant acaba chegando à descoberta da dialética própria ao método crítico.
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  10.  32
    Mitos de origem e utopias: o patriarca primitivo e o além-do-homem/ Origin myths and utopias: the primitive patriarch and the superman.Eduardo Ribeiro Fonseca - 2014 - Natureza Humana 16 (2).
    O presente artigo visa estabelecer uma conexão provisória entre o mito do patriarca da horda primitiva em Freud e a perspectiva da superação do homem tal como aparece em Nietzsche. Analisaremos a visão do psicanalista vienense acerca do além-do-homem nietzschiano, bem como o seu significado para a psicanálise. A importância clínica da questão aparece quando procuramos pensar as consequências do processo civilizatório para o homem comum. Pode alguém se tornar algo muito diferente do que é, ou seja, (...)
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  11.  36
    Qual O tempo do homem?Custodia Martins - 2012 - Cadernos de Ética E Filosofia Política 21:183-192.
    Aqui pretende-se mostrar a importância do tempo cronológico através do recurso aos diversos elementos, aos diferentes pormenores que compõem o episódio, o qual acabou por ser determinante no transtorno emocional causado ao nosso autor ao longo dos anos.
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  12.  32
    (1 other version)Foucault como kantiano: acerca de um pensamento do homem desde sua própria 'finitude.Daniel Omar Perez - 2012 - Revista de Filosofia Aurora 24 (35):217.
    Eu irei me limitar à leitura cuidadosa e austera da monogra"a sobre a Antropologia pragmática de Kant, de autoria de M. Foucault. Minha intenção é empreender um trabalho de crítica no interior dos estudos kantianos, diante dos quais tratarei Foucault como kantiano, como estudioso de Kant, como um acadêmico que procura apresentar uma exegese interpretativa do texto kantiano e pretende, com isso, a legitimidade do seu trabalho. Isto irá me permitir avaliar a interpretação foucaultiana de Kant com o intuito (...)
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  13.  70
    Da Psicologia à Questão da Morte do Homem em Michel Foucault.Marcio Luiz Miotto - 2016 - Trans/Form/Ação 39 (2):119-146.
    RESUMO: O presente artigo pretende problematizar, preliminarmente, o "problema antropológico" segundo a arqueologia de Michel Foucault. Partindo de teses populares da Psicologia, em particular, e das ciências humanas, em geral, sobre o "Homem", este texto primeiramente correlaciona essas teses com as problemáticas dos textos foucaultianos dos anos 1950, a Introdução a Sonho e Existência e Maladie Mentale et Personnalité, para então mostrar como os textos "arqueológicos" do autor se configuram como respostas iniciais às questões dos textos de 1954, já (...)
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  14.  34
    A imaginação na teoria da alma de Christian Wolff.Juliano Bonamigo Ferreira de Souza - 2020 - Doispontos 17 (1).
    Este artigo analisa a especificidade da imaginação enquanto faculdade da alma na obra do metafísico Christain Wolff. Limitaremos nosso recorte às obras Metafísica alemã, Discurso preliminar sobre a filosofia em geral, Psychologia empirica e Psychologia rationalis. Orimeiramente investigamos o lugar de ambas as Psicologiæ no interior do sistema de Wolff, ressaltando a centralidade do estudo da alma [Seele]. Num segundo momento, analisamos as principais características da alma e sua vis repræsentativa como operador da relação entre a sensibilidade e (...)
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  15.  23
    Imaginação e superstição no tratado teológico político.Rogério Silva de Magalhães - 2008 - Cadernos Espinosanos 19:103.
    Neste artigo, procura-se demonstrar que, para Espinosa, do capítulo I ao XV do TTP, a imaginação e a superstição estão diretamente vinculadas ao sentimento do medo na medida em que o medo e a superstição revelam uma possibilidade de manifestação confusa e inadequada da imaginação, a qual nem sempre opera de forma negativa. De fato, a superstição e crença desmesurada no poder da imaginação são causadas, em geral, pelo medo de males futuros ou de não obter os (...)
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  16. A Crítica à Psicologia em História da Loucura.Marcio Miotto - 2005 - Dissertation, Universidade Federal Do Paraná
    Essa dissertação é resultado de um projeto maior, intitulado “Sobre a Morte do Homem e a Psicologia, em Michel Foucault”. Esse projeto busca analisar as diversas nuances argumentativas empregadas por Foucault nas críticas às “antropologias”, figuradas em seus livros ditos “arqueológicos”. Para isso, parte-se de uma dupla problematização: a autocrítica feita pelo próprio Foucault a seus escritos dos anos 50, tributários de querelas epistemológicas e de fundação da psicologia e das ciências humanas; e a descrição mesma dessas querelas, tomando (...)
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  17.  18
    Consciência e justiça em Rousseau: dos tratados de casuística ao tribunal interior.Thomaz Kawauche - 2019 - Doispontos 16 (1).
    Este artigo sugere que a relação entre consciência e juízo no Emílio possa ser compreendida no âmbito dos debates filosóficos sobre moral e religião do final do século XVII. Mais especificamente, trata-se de situar aquilo que Rousseau designava por consciência no quadro teórico das discussões marcadas, de um lado, pelas transformações da ideia de justiça na história da casuística, e de outro, por um certo modelo antropológico que, na primeira metade do século XVIII, se coadunava com as necessidades teóricas (...)
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  18.  65
    A ordem da concupiscência e a grandeza do homem em Pascal Order of concupiscence and greatness of man in Pascal.Maria Isabel Limongi - 2006 - Trans/Form/Ação 29 (1):45-61.
    Pascal conceives the civil order as an order of conscupiscence, that is, an order produced and regulated by concupiscence. However, when exempting virtue from being the source of civil order, he does not advance the separation between politics and morals, but signals a new and problematic role to virtue in the interior of civil order - no more the role of producing it, but of judging it properly.Pascal concebe a ordem civil como uma ordem da concupiscência, isto é, uma (...)
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  19.  10
    Considerações sobre a imaginação moral em John Dewey.Christiane Coutheux Trindade & Guilherme Mirage Umeda - 2015 - Filosofia E Educação 7 (2):94.
    A ética de John Dewey tem sido revistada por diversos autores como fonte fecunda e relativamente inexplorada de seu pensamento. Dentre as características mais marcantes de seus escritos está o destaque dado à imaginação, como faculdade essencial à deliberação moral. O filósofo caracteriza a imaginação moral como a capacidade de se projetar na condição de outro e de desenhar cursos de ação possíveis diante de um impasse. A imaginação é indissociável da experiência democrática, cujas marcas são a (...)
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  20. Jean Jacques Rousseau’s concept of freedom and equality in the Social Contract.Trang Do - 2023 - TRANS/FORM/AÇÃO: REVISTA DE FILOSOFIA 46 (2):305–324.
    Resumo: Uma das características comuns dos primeiros filósofos modernos da Europa Ocidental é a ênfase na liberdade e na igualdade. Os filósofos desse período buscavam respostas para “o que é liberdade e igualdade?” e transformaram a liberdade e a igualdade em direitos humanos fundamentais. De John Locke a Montesquieu e Jean Jacques Rousseau, todos consideram a liberdade e a igualdade como direitos naturais do ser humano. O conceito de liberdade e igualdade de Rousseau é refletido em O Contrato (...)
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  21.  2
    O Homem: O Ser Do Trabalho Na Sociedade Civil Burguesa.Jean Michel de Lima Silva - 2013 - Kínesis - Revista de Estudos Dos Pós-Graduandos Em Filosofia 5 (9):109-123.
    A presente pesquisa traz uma análise sobre a efetivação da liberdade no interior da sociedade civil burguesa, mais especificamente no Sistema das Carências, bem como sua relação direta com o trabalho livre. Para tanto, foi necessário à utilização da obra: "Linhas fundamentais da filosofia do direito ou Direito natural e ciência do Estado em Compêndio" do autor Georg Wilhelm Friedrich Hegel. O objetivo é demonstrar o aspecto espiritual do trabalho, este que para Hegel assume um valor fundamental de libertação, (...)
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  22.  50
    Representation in the educational process: celebration and spectacle.Wilson Alves de Paiva - 2015 - Trans/Form/Ação 38 (s1):27-42.
    RESUMO:No intercurso das relações sociais, o homem passa da representação dos objetos para a representação de si mesmo. Pelo relato do Segundo discurso, a ordem social fez dos acontecimentos um espetáculo enganoso porque, em vez de unir as pessoas, acabou por separá-las, interpondo o fenômeno, o parecer. Se o mundo se tornou, dessa forma, pura representação e a vida, uma encenação, a melhor máscara a ser colocada é a de um homem civil, e o papel a ser desenvolvido (...)
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  23.  8
    Fundamentos Do Estado Político Em Rousseau.Moisés Rodrigues da Silva & Jhonny Nunes Cunha - 2013 - Kínesis - Revista de Estudos Dos Pós-Graduandos Em Filosofia 5 (10):212-221.
    No primeiro livro do Contrato Social, Rousseau elabora aqueles que seriam os verdadeiros fundamentos do Estado político. Mantendo distância de seu Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens, em que o autor faz uma descrição hipotética do surgimento da condição moral, social e política degradada do homem, o filósofo genebrino apontará, em seu Contrato Social, as condições lógicas para fundamentar legitimamente o Estado. Este trabalho pretende fazer uma breve apresentação dos conceitos fundamentais para (...)
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  24.  21
    A contribuição da filosofia de Gaston Bachelard na educação para a imaginação.Alberto Filipe Araújo & Rogério De Almeida - 2020 - Revista de Filosofia Aurora 32 (57).
    O objetivo deste artigo é propor, em confluência com a filosofia de Gaston Bachelard, uma pedagogia do não inspirada na figura do cogito do sonhador para refletir sobre uma educação para a imaginação. Parte-se da filosofia do não de Bachelard para a construção de uma pedagogia do não, expressa como pedagogia do diálogo, que põe em relação complexa e complementar o conceito e a imagem, como prolongamentos do racionalismo aberto e da imaginação criadora. Na sequência, o cogito do (...)
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  25.  25
    A herança Greco-árabe na filosofia de maimônides: Profecia E imaginação.Rosalie Helena de Souza Pereira - 2015 - Kriterion: Journal of Philosophy 56 (131):107-128.
    Para elaborar sua profetologia, Maimônides retoma conceitos relativos às teorias do intelecto de Al-Fārābī e de Avicena, que, por sua vez, se baseiam nas noções sobre a alma de Aristóteles. Dessa perspectiva, a Revelação divina deve ser considerada um fato natural inserido na totalidade da natureza criada por Deus. Compreender a Revelação significa, portanto, compreendê-la a partir do homem, uma vez que o profeta, apesar de se tratar de alguém que se destaca do conjunto da humanidade, é sempre um (...)
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  26.  88
    Rousseau existencialista.Ricardo Monteagudo - 2004 - Trans/Form/Ação 27 (1):51-59.
    Segundo Rousseau, no estado de natureza o homem é solitário e independente e, ao se sociabilizar, converte-se num ser moral. Para Sartre, a angústia caracteriza a existência subjetiva do homem ao tomar decisões. Em ambos, o despertar da intersubjetividade depende do reconhecimento do outro e é determinante para a moral.
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  27.  6
    Justiça Em Platão e Rousseau: A Lei Gravada No Coração Dos Cidadãos.Gustavo Cunha Bezerra - 2012 - Kínesis - Revista de Estudos Dos Pós-Graduandos Em Filosofia 4 (7):77-87.
    Procuro analisar neste artigo a relação entre o pensamento de Platão e Rousseau quanto à concepção e condições que tornem possível a justiça. O recurso à dissimulação, largamente tratado por Rousseau em suas obras, permite a aparência da justiça ao injusto, o que torna a injustiça mais vantajosa do que a justiça. Esse tema é levantado a partir da passagem sobre o anel de Giges na República de Platão e retomado por Rousseau, que vê no hipotético uso (...)
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  28.  50
    Rousseau: onde encontrar a educação.Vagner Silva - 2010 - Filosofia E Educação 2 (2):p - 502.
    Diversos manuais de Filosofia da Educação se referem a Rousseau como um dos precursores da educação moderna, devido ao papel que a criança passou a ter na sua teoria da educação. Em especial sua obra Emílio, ou da educação mostra a importância da criança. Porém, se a educação não for entendida apenas como uma conformação do homem à sociedade e suas leis, mas, sim, uma transformação radical do seres humanos, capaz de conduzi-los da barbárie à cultura; perceberemos que (...)
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  29. O leitmotiv arqueológico de Foucault no Prefácio de História da Loucura.Augusto Bach - 2008 - Princípios 15 (23):65-87.
    Este artigo tem por objetivo analisar o estatuto filosófico da história arqueológica empreendida por Michel Foucault no início de seu pensamento. Sua obra, simultaneamente filosófica e de história das ciências, tem o objetivo de realizar uma arqueologia da nossa cultura. Desde a História da Loucura Foucault sempre esteve interessado em fazer aparecer o modo como nossa cultura procurou encerrar e significar o que era fundamentalmente “outro” no homem. Mediante a leitura do primeiro Prefácio à História da Loucura (...)
     
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  30.  19
    Rousseau e a bot'nica: uma promenade entre observação científica e contemplação.Emanuele Tredanaro - 2018 - Doispontos 15 (1).
    Resumo: Neste trabalho pretende-se apresentar algumas reflexões sobre a trajetória que leva Rousseau não apenas a aproximar-se à botânica, mas, sobretudo, a definir seu estatuto epistemológico, bem como metodológico. Nesse sentido, propõe-se mostrar em que termos – no interior do amplo panorama intelectual rousseauniano oriundo dos escritos e das cartas dos últimos três lustros da vida do filosofo genebrino – a botânica assume, para Rousseau, uma peculiar autônoma fisionomia e, ao mesmo tempo, torna-se paradigma para a própria (...)
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  31.  18
    Kant e Rousseau: na encruzilhada da antropologia filosófica de Cassirer.Leonardo Rennó Ribeiro Santos - 2021 - Kant E-Prints 16 (2):85-115.
    A interpretação de Cassirer da dívida intelectual de Kant para com Rousseau é conhecida e estabeleceu um marco real na crítica especializada de ambos os filósofos. No entanto, o exame desta dívida no interior do projeto cassireriano de constituição de uma Antropologia filosófica não foi ainda realizado, devido à rejeição de Cassirer das notáveis antropologias de Kant e Rousseau, que resultou na omissão deste tópico em An Essay on Man. Os manuscritos de Cassirer que testemunham a preparação (...)
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  32. Learning to live together in peace and harmony: um olhar comprometido com a formação humana // Learning to live together in peace and harmony: a look committed to human formation.Claudemir Inacio dos Santos & Policarpo Junior - 2015 - Conjectura: Filosofia E Educação 20 (2):94-111.
    Viver de forma autônoma, em paz e em harmonia ainda é um estorvo para os seres humanos. O documento Learning to live together in peace and harmony, publicação conjunta da UNESCO-APNIEVE, retrata essa dificuldade e expressa os desafios políticos, econômicos, sociais, étnicos e culturais que os habitantes da região Ásia-Pacífico enfrentam para aprender a viver de maneira autônoma, pacífica e harmoniosa. O documento defende que o caminho para esse processo é mudar o modelo vigente, voltado para criar uma força de (...)
     
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  33.  13
    J.-J. Rousseau – Verdades, Unidade de Ideias e Plasticidade.Arlei de Espíndola - 2024 - Revista Dialectus 32 (32):103-120.
    O artigo trabalha com a ideia da unidade da obra de Rousseau envolvendo os escritos de diferentes naturezas que ele produz. Busca mostrar seu caráter dinâmico, multifacetado, plástico, mas também preso às verdades práticas, básicas, e interesses e convicções essenciais, urgentes, ligadas ao útil, ao necessário, para a felicidade do gênero humano, recusando que se faça pouco caso dos atributos que dignificam o homem e lhe cobram tomar partido ante os absurdos do tempo, envolvendo a responsabilidade que teria (...)
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  34.  24
    Progresso material e moral em Rousseau.Douglas Henrique De Quadros - 2023 - Cadernos PET-Filosofia (Parana) 23 (1).
    Resumo: O presente artigo visa esclarecer o conceito de história em Rousseau, em especial, no Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens e o Contrato Social. Examina não apenas os processos envolvidos no segundo discurso, como também os momentos da filosofia de Rousseau em que ele define a história. Com essa finalidade, é retomado o cenário do movimento Iluminista acerca do conceito, para, comparativamente, distinguir a noção histórica de Rousseau dos demais iluministas (...)
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  35.  7
    Religião Civil e Intoler'ncia No Republicanismo de Jean-Jacques Rousseau.Vital Francisco Celestino Alves - 2019 - Dissertatio 49:260-273.
    Buscando analisar se o elemento religioso pode ter alguma função na república, Rousseau suscita no capítulo VIII (Da religião civil) do Livro segundo do Contrato social uma controversa discussão sobre a relação entre religião e política e igualmente a respeito da intolerância. Observa-se na análise rousseauniana, um esforço central em compreender qual a religião mais adequada para a ordem republicana. Para entender os pormenores da discussão promovida pelo filósofo genebrino e sustentar a hipótese de que a religião civil pode (...)
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  36. (1 other version)A noção de liberdade no Emílio de Rousseau.Luiz Felipe Netto de Andrade Sahd - 2005 - Trans/Form/Ação 28 (1):109-118.
    A educação natural de Rousseau é uma tentativa de mostrar como as paixões, se liberadas da deformação provocada pela opinião social, podem ser moralmente corretas. Se o Emílio, afirma Rousseau, é um tratado sobre a bondade natural do homem, esta bondade está fundada sobre a liberdade, e, sobretudo, sobre a liberdade das paixões.
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  37.  10
    Duas concepções de estado de natureza: Rousseau e Buffon.Mauro Dela Bandera Arco Júnior - 2020 - Griot : Revista de Filosofia 20 (1):61-70.
    Em muitos textos, Buffon mostra-se partidário da ideia da existência de um laço conjugal natural entre homem e mulher, retomando, assim, as concepções de Locke sobre o assunto. Por sua vez, Rousseau surge como um grande crítico desta ideia. Ele imagina um estado no qual homens e mulheres viveriam em determinadas condições que não os colocariam em relação uns com os outros e, por conseguinte, não os coagiriam a obrigações e deveres recíprocos, um estado de dispersão e de (...)
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  38.  48
    Natureza, ética E sociedade em Rousseau.Evaldo Becker - 2012 - Cadernos de Ética E Filosofia Política 21:31-42.
    Nosso objetivo é analisar alguns elementos do pensamento do filósofo suíço, sobretudo no que se refere às formulações teóricas que envolvem os conceitos de estado de natureza, desnaturação do homem, responsabilidade ética e participação política.
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  39. A liberdade como conceito metafí­sico e jurí­dico em Rousseau.Renato Moscateli - 2008 - Princípios 15 (24):59-79.
    O objetivo do artigo é analisar o conceito de liberdade presente na obra de Rousseau e fornecer argumentos para questionar a imagem do homem natural como um ser livre, de modo a sustentar a tese de que a liberdade somente se torna possível com a saída do estado de natureza descrito no Discurso sobre as origens da desigualdade . Assim, o autor pretende mostrar que o surgimento da consciência e da racionalidade é indispensável para que o homem (...)
     
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  40.  12
    De selvagem a cidadão: os caminhos percorridos pelo homem até a constituição do corpo moral e coletivo.Caius Brandão - 2010 - Griot : Revista de Filosofia 2 (2):95-104.
    A partir do sistema político-filosófico de Jean-Jaques Rousseau, o objetivo deste artigo é iniciar uma possível compreensão genealógica acerca da relação entre o bem comum e o bem de si mesmo. Através de uma análise parcial do arcabouço teóricoconceitual sobre a natureza humana e do modelo de soberania popular e de estruturação da sociedade civil proposto pelo filósofo, será posta em discussão arelação entre a vontade geral – que sempre quer o bem comum – e as vontades particulares – (...)
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  41. De Selvagem A Cidadão: Os Caminhos Percorridos Pelo Homem Até A Constituição Do Corpo Moral E Coletivo.: From Savage To Citizen: The Path Followed By Mankind Toward The Establishment Of The Moral And Collective Body.Caius Brandão - 2010 - Griot 2 (2):95-104.
    A partir do sistema político-filosófico de Jean-Jaques Rousseau, o objetivo desteartigo é iniciar uma possível compreensão genealógica acerca da relação entre o bemcomum e o bem de si mesmo. Através de uma análise parcial do arcabouço teóricoconceitualsobre a natureza humana e do modelo de soberania popular e deestruturação da sociedade civil proposto pelo filósofo, será posta em discussão arelação entre a vontade geral – que sempre quer o bem comum – e as vontadesparticulares – que sempre buscam o bem (...)
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  42.  2
    Do figurado ao figurante.Jelson de Oliveira - 2024 - Aoristo - International Journal of Phenomenology, Hermeneutics and Metaphysics 7 (3):13-25.
    No presente artigo pretendemos demonstrar a centralidade do tema da imagem na filosofia de Hans Jonas. Centralizaremos nossa reflexão nos elementos ontológicos e suas implicações antropológicas, na medida em que a reflexão jonasiana demonstra como tal problemática se insere na constituição do homem como homo pictor. Passando pela tentativa de descrição fenomenológica da percepção visual, chegaremos à definição de imagem e, desde aí, à compreensão de sua relação com a imaginação. Por fim, pretendemos demonstrar como o homo pictor (...)
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  43.  17
    De que e de quem nós falamos quando falamos dos animais?Thiago Vinicius Rodrigues de Vasconcelos - 2020 - Griot : Revista de Filosofia 20 (3):333-341.
    Este trabalho tem como objetivo analisar a reflexão de Hans Jonas acerca do estatuto ontológico do animal que está inserida, neste contexto, em uma análise mais geral sobre o fenômeno da vida e se apresenta como um momento importante na ontologia que pretende combater o dualismo e a ruptura entre animais humanos e não humanos. Ao reconhecer graus diferenciados de atividade espiritual entre os seres vivos, o autor, contudo, não partilha a ideia de uma igualdade plena entre os animais, embora (...)
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  44.  33
    Jean-Jacques Rousseau Por entre filosofia da educação E imagens literárias.Marlene de Souza Dozol - 2012 - Cadernos de Ética E Filosofia Política 21:137-145.
    Dependeria a felicidade do gênero humano do progresso das ciências e das artes? Ou, ao contrário, de um retorno aos primeiros tempos nos quais o homem da natureza, bom e solitário, vivia na tranquilidade das paixões e na ignorância dos vícios? São estas questões que este texto pretende responder.
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  45.  15
    Consciência e sentimento no 'Emílio' de Rousseau.Thomaz Kawauche - 2020 - Discurso 50 (1).
    Este artigo examina a ideia de consciência no Emílio de J.-J. Rousseau a partir de uma perspectiva que combina história da filosofia e história lexical. A análise é contextualizada tanto em relação a outros escritos do autor, sobretudo o Discurso sobre a origem da desigualdade, quanto no interior do quadro histórico das ciências nos séculos XVII e XVIII, com atenção para a teoria empirista de John Locke. Busca-se investigar o processo de constituição semântica de “conscience” e “sentiment intérieur” (...)
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  46.  12
    La voz del conocimiento: una guía práctica para la paz interior.Miguel Ruiz - 2005 - San Rafael, Calif.: Amber-Allen. Edited by Janet Mills.
    En La voz del conocimiento, Miguel Ruiz nos recuerda una verdad sencilla y profunda: el único modo de acabar con nuestro sufrimiento emocional y recuperar nuestra dicha de vivir consiste en dejar de creer en mentiras — principalmente sobre nosotros mismos. Basado en la antigua sabiduría tolteca, este penetrante libro nos enseña a recuperar nuestra fe en la verdad y a regresar a nuestro propio sentido común. Ruiz cambia la manera en la que nos percibimos a nosotros mismos y a (...)
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  47.  4
    A Meditação de Epicteto Sobre a Verdadeira Propriedade e o Tempo Oportuno Do Colhimento de Jabuticabas e Figos.Antonio Carlos Tarquinio - 2010 - Kínesis - Revista de Estudos Dos Pós-Graduandos Em Filosofia 2 (4):136-148.
    O título do livro alfa das Diatribai de Flavio Arriano sintetiza numa frase, que é quase um aforismo, toda a ensinança de forteza e serenidade presente na Philosophia de Epicteto. A faculdade humana concernente ao logos capacita o homem deliberar sobre as impressões [phantasiai] para se servir delas [khresthai] como queira. Isso significa uma margem de manobra que o homem possui diante das circunstâncias da vida que lhe permite qualificar os eventos separando o que está em sua esfera (...)
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  48.  19
    Lévi-Strauss Leitor de Rousseau.Luis Felipe de Salles Roselino - 2024 - Dissertatio 58:93-114.
    A partir de uma revisão bibliográfica do século XVIII, resgataremos elementos que estavam naraiz da concepção universalista de homem desse século, como pertencente ao continuum da natureza.Com recurso aos métodos da antropologia estrutural, analisaremos nosso objeto que está situado nosdomínios do pensamento científico do século XVIII. O principal objetivo consistirá em identificar erecuperar a influência de alguns “mitos” acerca de seres antropomorfos, recuperando a origem dealgumas representações gráficas desses seres. A partir de algumas fontes de Rousseau e seuscontemporâneos, (...)
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  49.  14
    Relações e paralelos entre Rousseau e a ecologia radical contempor'nea.Eduardo Cardoso Braga - 2013 - Griot : Revista de Filosofia 8 (2):201-225.
    Verificou-se que, embora haja uma série de publicações contextualizando o pensamento de Rousseau no debate contemporâneo sobre a filosofia ambiental, a participação de seu pensamento é ainda diminuta. Relacionaram-se então alguns conceitos fundamentais da ecologia radical contemporânea com a filosofia rousseauniana. Constatou-se que ambos procedem a uma crítica radical do antropocentrismo, propondo, como alternativa, um ecocentrismo. Concentrou-se no conceito de “valor intrínseco” da natureza e suas implicações éticas no relacionamento entre homem e ambiente. No caso de Rousseau (...)
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  50.  21
    Teatro, um quadro das paixões humanas: crítica ao etnocentrismo, corrupção do gosto e degeneração dos costumes em Rousseau.Luciano Da Silva Façanha - 2019 - Doispontos 16 (1).
    Na Carta à d’Alembert sobre os espetáculos, Rousseau responde às questões que aparecem no verbete Genebra, publicado no volume VII da Enciclopédia. D’Alembert fazia uma defesa da comédia e dos comediantes, vistos como socialmente inferiores, ao mesmo tempo em que propunha montar uma companhia de teatro em Genebra, o que ajudaria a educar o gosto dos cidadãos. Retomava, assim, o papel do teatro a partir da opinião aristotélica de expurgação dos sentimentos de terror e piedade, adaptando-os da tragédia para (...)
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