Results for ': política, liberdade, violência'

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    O sentido da política em Hannah Arendt.Ana Paula Repolês Torres - 2007 - Trans/Form/Ação 30 (2):235-246.
    Buscamos demonstrar que a ação política, na visão de Hannah Arendt, não é meio para atingir qualquer fim, sendo sinônimo de liberdade, o que faz com que a autora problematize a tradicional identificação da política com violência, a partir de uma crítica ao equacionamento, que remonta aos primórdios do pensamento filosófico sobre o tema, de liberdade e vontade, fazer o que se deseja, o que leva a pensadora em questão a trabalhar as duas dimensões da ação política, isto é, (...)
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  2.  5
    Censura e liberdade de expressão em duas cenas de Acarnenses, de Aristófanes.Cristina de Souza Agostini - 2024 - Archai: Revista de Estudos Sobre as Origens Do Pensamento Ocidental 34:e03428.
    O artigo propõe a análise, em espectro comparativo, de duas cenas da comédia aristofânica Acarnenses, a saber, a entrada de Anfíteo e o discurso dos embaixadores. Por meio da contraposição desses dois momentos da peça, sustento a ideia de que o instrumento de decisão democrática, a assembleia, constitui-se como terreno profícuo para a censura de pautas que privilegiem a aplicação de políticas dirigidas para o bem comum, ao mesmo tempo em que consagra a liberdade da fala dos que apresentam agendas (...)
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  3.  18
    A Política da Linguagem Em Rousseau.Mauro Dela Bandera - 2019 - Prometeus: Filosofia em Revista 11 (30).
    O Ensaio sobre a origem das línguas expõe o momento em que as línguas se enfraquecem, abrindo caminho para o cortejo da violência. O livro apresenta o lugar do discurso nos tempos antigos em oposição ao seu não-lugar nos tempos modernos, ou seja, a mudança do lugar da eloquência na antiguidade para a idade moderna. Aos olhos de Rousseau, as línguas – assim como os homens – estão profundamente atreladas ao tempo e, por conseguinte, em constantes transformações. Elas seguem (...)
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  4.  97
    Hannah Arendt e a modernidade: esquecimento e redescoberta da política.André Duarte - 2001 - Trans/Form/Ação 24 (1):249-272.
    Para Hannah Arendt, a modernidade configura um período histórico de obscurecimento das determinações políticas democráticas, pois, onde a política não foi reduzida ao plano da violência, como no caso dos fenômenos totalitários, ela foi reduzida ao plano da administração burocrática dos interesses econômicos da sociedade. Neste artigo, pretendo discutir a constituição argumentativa desse diagnóstico, referindo-o à sua raiz de inspiração, isto é, as críticas de Nietzsche e Heidegger à modernidade. Finalmente, procuro demonstrar que Arendt não se limitou a uma (...)
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  5.  27
    Étienne Balibar: política, heteronomía, violencia.Christian Fajardo - 2023 - Isegoría 68:e07.
    En este artículo busco repensar el concepto de transformación política con la ayuda de algunas sugerencias de la obra del filósofo Étienne Balibar. De acuerdo con esto, en primer lugar, señalo que la práctica política actualiza cierto carácter irreductible de la violencia en el interior de la coexistencia humana. En segunda instancia, argumento que dicha actualización tiene un desenvolvimiento ético que permite que las relaciones sociales estén atravesadas por la inminencia del conflicto político. Finalmente, muestro que la práctica política teje (...)
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  6.  19
    O elogio da toler'ncia em Pierre Bayle.Maria Cecília Almeida - 2010 - Cadernos Espinosanos 24:115.
    A obra de Pierre Bayle colaborou decisivamente para a formação do discurso filosófico sobre o conceito de tolerância, noção central nas sociedades modernas. Os escritos de Bayle foram essenciais para a disseminação daquela idéia pelos philosophes no século XVIII. Uma das principais teses defendidas por Bayle é que a liberdade de consciência e de opinião deve ser garantida aos indivíduos. O Estado não deve perseguir por motivos religiosos e não deve haver violência quando se trate de opiniões que não (...)
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  7.  70
    Liberdade, lei natural e direito natural em Hobbes: limiar do direito e da política na modernidade.Natalia Maruyama - 2009 - Trans/Form/Ação 32 (2):45-62.
    Liberdade e poder são dois temas que se correlacionam ao longo da história da filosofia política moderna. Nos textos de Hobbes, a ideia da liberdade como ausência de impedimentos às ações ajuda-nos a pensar o dever de obediência ao poder soberano e as relações entre política e direito. Uma situação de vácuo jurídico, em que tudo é permitido, faz-se, contudo, impossível, de modo que a solução de Hobbes consiste em sustentar a ideia do direito natural como direito originário individual vinculado (...)
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  8.  18
    Hannah Arendt: a import'ncia da sociabilidade em um estado democrático de direito.Rossana Batista Padilha & Caroline Lemos Martins - forthcoming - Dissertatio:113-129.
    : Para que se possa abordar a sociabilidade em Hannah Arendt (1906-1975), é importante mencionar a importância que a autora confere, em suas obras, à necessidade de organização dos grupos humanos por meio de regras, assim como de que essas regras sejam seguidas para a preservação da vida em conjunto. Segundo a autora, a política é a maneira humana de convívio entre os homens e mulheres por meio do gerenciamento de questões emergentes, sem o uso de qualquer coação. Ainda, para (...)
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  9.  33
    Liberdade e eticidade: o diagnóstico crítico da modernidade política em Hegel.Marcos Lutz Müller - 2020 - Educação E Filosofia 33 (69):1255-1294.
    Liberdade e eticidade: o diagnóstico crítico da modernidade política em Hegel Resumo: Após uma sucinta caracterização do processo de diferenciação e separação histórico-conceitual entre sociedade civil e Estado, respectivamente, entre o indivíduo burguês e o cidadão como traço principal da modernidade política, empreende-se uma análise concisa dos três registros da “apresentação” do conceito de liberdade, que, no âmbito do espírito objetivo, culmina no desenvolvimento do conceito de eticidade. Em seguida, explicita-se os três momentos lógicos, isto é, os três elementos constitutivos (...)
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  10.  20
    A Liberdade política em O Espírito das leis de Montesquieu.Céline Spector - 2023 - Dois Pontos 20 (2).
    A leitura liberal de Montesquieu não evoca apenas sua concepção de checks and balances, ela insiste na distância tomada por Montesquieu em relação à concepção republicana da liberdade. Montesquieu exprimiria sua escolha em favor da “república moderna”, representativa e comerciante à inglesa, em detrimento da “república participativa” dos antigos e da monarquia absolutista à francesa. O Espírito das leis faria do modelo inglês o regime mais conforme à natureza humana, aquele que garantiria melhor a segurança dos indivíduos. Caso se admita (...)
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  11.  15
    Ressentimento e vingança: conservação e desagregação do espaço político em Arendt.Ricardo Gião Bortolotti - 2020 - Griot : Revista de Filosofia 20 (2):360-379.
    O espaço público é palco para os mais variados conflitos, resultando, em certos casos, em violência. Entretanto, é nesse espaço que os homens experimentam a liberdade, expressando-se frente à pluralidade de opiniões. Por ser um espaço para a livre expressão, nem sempre nossas ações e opiniões são recebidas sem contrariedade, despertando sentimentos rancorosos. Seguindo o pensamento de Arendt, o espaço público é a arena em que todos devem se manifestar espontaneamente, evidenciando-se a partir de sua singularidade diante da pluralidade (...)
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  12.  4
    Liberdade política e sexual das mulheres no Iluminismo brit'nico.Mariana Dias Pinheiro Santos - 2024 - Prometeus: Filosofia em Revista 16 (46).
    Pretende-se analisar a liberdade sexual e política das mulheres nas luzes britânicas a partir de uma investigação dos escritos de Bernard Mandeville e Delarivier Manley. O primeiro se apresenta como um pensador que se difere, profundamente, da maior parte dos filósofos da república das letras, no que diz respeito às análises e observações geralmente legadas ao sexo feminino, já que reconhece a desigualdade entre os sexos como artificial. Já a segunda, também partindo de uma consideração acerca das desigualdades artificiais, fornece (...)
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  13.  17
    Liberdade e religião: Reflexões Kantianas sobre a não coercitividade, a veracidade e a publicidade na relação entre religião e política.Joel Thiago Klein - 2015 - Ethic@ - An International Journal for Moral Philosophy 14 (2):222-251.
    De acordo com a filosofia kantiana existem três princípios que deveriam regular a forma como a política se relaciona com a religião, quais sejam, o princípio da não coercitividade da crença religiosa; a exigência moral da veracidade nas profissões de crença e a incapacidade de máximas com conteúdo religioso se conformarem com o princípio político-jurídico da publicidade. O objetivo deste artigo é apresentar, explicar e justificar a aplicação desses três princípios com relação à religião e indicar como eles poderiam ajudar (...)
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  14.  40
    O conceito de liberdade E suas implicações políticas. Notas sobre Sidney, Locke E a tradição republicana.Christopher Hamel - 2018 - Cadernos Espinosanos 38:127-150.
    Neste artigo o autor relaciona os pensamentos políticos de Locke e Sidney para defender que Locke não pode ser inserido na tradição republicana da qual os escritos de Sidney fazem parte. Isto porque: 1) inexiste na teoria política lockeana uma visão de que a virtude cívica seja o suporte para instituições livres, tal como existe na referida tradição evocada por Sidney; 2) Locke reconhece o fundamento constitucional da prerrogativa do rei, o que para os republicanos, Sidney entre eles, é incompatível (...)
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  15.  12
    Liberdade como não-governo em Maquiavel: notas sobre a interpretação de Miguel Vatter.Ricardo Polidoro Mendes - 2022 - Cadernos de Ética E Filosofia Política 40 (1):86-97.
    Interpretações recentes da obra de Maquiavel têm inscrito o pensamento do autor florentino em uma tradição política republicana. Entretanto, essa convergência de leituras não é ponto pacífico que encerra a discussão, haja vista que diversos comentadores debatem em que medida Maquiavel se insere nessa tradição. Este é o caso de Miguel Vatter, o qual retoma a obra do florentino em chave crítica para questionar alguns dos fundamentos de certa tradição republicana, como o vínculo entre liberdade e lei. Com efeito, para (...)
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  16. Política e liberdade: a defesa arendtiana de uma ''œimprobabilidade infinita''.Nuno Pereira Castanheira - 2013 - In Adriana V. Serrão, Carla M. Simões, Elisabete M. De Sousa, Filipa Afonso, Maria Luísa Ribeiro Ferreira, Pedro Calafate Simões & Ubirajara Rancan de Azevedo Marques, Poética da Razão: Homenagem a Leonel Ribeiro dos Santos. Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa. pp. 883--894.
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  17.  21
    A convergência das concepções políticas de liberdade e democracia para John Rawls e Philip Pettit.Alexandre de Lima Castro Tranjan - 2022 - Cadernos de Ética E Filosofia Política 40 (1):164-182.
    O presente artigo visa discutir a proximidade entre as concepções políticas de liberdade de John Rawls e Philip Pettit, e o arranjo político democrático que delas deriva. A primeira delas, de matriz teórica liberal, entende a liberdade como o primeiro dos princípios a ser realizado, anterior aos demais numa ordem lexical. Ela significa uma proteção, viabilizada pelo Estado, contra interferências alheias à vontade do agente em sua conduta. Já a última, de cunho republicano, consiste num status social de não dominação, (...)
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  18.  14
    A Liberdade Em “Três Atos” Na Filosofia de Hannah Arendt.Fábio Abreu Passos - 2023 - Dissertatio 54:113-128.
    Uma das reflexões de maior envergadura de Hannah Arendt é aquela que se volta para o tema da liberdade. Nas páginas de O que é liberdade?, nos deparamos com um movimento argumentativo que tem como premissa asseverar que a liberdade é a raison d'être da política e seu domínio de experienciação é o espaço público. Contudo, em Origens do totalitarismo, há um outro polo argumentativo, que apresenta o pensamento como a mais livre das faculdades espirituais, a qual é constantemente ameaçada (...)
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  19.  27
    A política E a sociedade civil como pressupostos da liberdade social do indivíduo: A contribuição de John Locke para a fundamentação da modernidade.Ascísio Dos Reis Pereira - 2008 - Revista de Filosofia Aurora 20 (26):11.
  20.  49
    La «nueva izquierda japonesa» y sus «vidas» filosófico-políticas: redemocratización, violencia y «geoideología».Montserrat Crespin Perales - 2023 - Las Torres de Lucca. Revista Internacional de Filosofía Política 12 (2):153-163.
    Resumen. El presente artículo propone un estudio sobre la “nueva izquierda japonesa” como categoría filosófico-política usada para identificar, y subsumir, a los diversos movimientos estudiantiles japoneses del período 1955-1972 –el conocido como el “largo 68 japonés”–. Para tal propósito se exploran dos tesis. Con la primera, se defenderá que es necesario integrar a la “nueva izquierda japonesa” y, en particular, a los movimientos estudiantiles que la conformaron, en el más amplio proceso de transición hacia la “democratización” del país, pues solamente (...)
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  21.  28
    Liberdade e Necessidade em Hobbes: Reflexões sobre o livre arbítrio nas origens do Estado moderno.Anderson Vichinkeski Teixeira - 2019 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 64 (3):e33126.
    No presente artigo pretende-se abordar o conceito de liberdade nas principais obras de Thomas Hobbes, objetivando discutir a centralidade do manuscrito Liberdade e Necessidadepara a compreensão das variações que caracterizam o pensamento hobbesiano na abordagem do referido conceito. A pouca clareza que se verifica na noção de liberdade decorre, em parte, de mudanças de convicção do filósofo quanto à possibilidade de usar de modo diferente a liberdade do indivíduo como entidade física e a liberdade do indivíduo no seio do corpo (...)
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  22.  20
    O paradoxo da liberdade política em Spinoza: Uma herança de maquiavel.André Santos Campos - 2015 - Cadernos Espinosanos 32:139.
    O “paradoxo da liberdade” consiste em esta só poder ser atingida através da obediência, a qual é vista frequentemente como o contrário da liberdade. Neste artigo, demonstrar-se-á que o paradoxo começa por nascer em Maquiavel, o qual, porém, deixa-o em aberto ao colocar a liberdade tão-só dentro de um contexto de governação. Spinoza, contudo, dará um passo em frente na sua abordagem à liberdade política. Ele aborda esta problemática diretamente nos seus dois tratados políticos e ambos expressam o mesmo entendimento (...)
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  23.  22
    A política como continuação da liberdade: Hannah Arendt e sua crítica à democracia liberal.João Henrique Ribeiro Roriz - 2011 - Filosofia Unisinos 12 (3).
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  24. Justiça, Liberdade e Igualdade no Pensamento Político Moderno.Ligia Pavan Baptista - 2015 - Revista de Filosofia Moderna E Contemporânea 2 (2):62-69.
    Em sua obra República, Platão define a cidade ideal e, portanto, justa, como aquela construída de acordo com as diferentes características naturais de seus cidadãos. Na Callipolis, os seres humanos estariam divididos em categorias de acordo com suas características naturais e deveriam ocupar na polis diferentes postos, de acordo com tais categorias. A desigualdade natural é o paradigma da análise política, desde a Grécia clássica, permanecendo durante toda a Idade Média, até a modernidade, que introduz, sobretudo no pensamento contratualista/iluminista dos (...)
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  25.  19
    Espinosa: a política da liberdade.Marilena de Souza Chaui - 2021 - Cadernos Espinosanos 45:285-286.
    Resenha do livro Conflito e resistência na filosofia política de Espinosa, de Daniel Santos da Silva.
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  26.  39
    Mario López Martínez, Política sin violencia. La noviolencia como humanización de la política, Uniminuto, Bogotá, 2006, 355 p. [REVIEW]Ivan Pincheira Torres - 2010 - Polis: Revista Latinoamericana 26.
    Tal como se señala en el prólogo, redactado por el colombiano Carlos Eduardo Martínez Hincapié, la obra que a continuación reseñamos se ha atrevido a hurgar en los últimos episodios de la humanidad, para presentarnos uno de aquellos fenómenos que aún no logran aparecer como categorías de análisis e interpretación al interior de las ciencias sociales. Es de este modo que, y dada la advertencia anterior, nos encontramos con la propuesta del filósofo e historiador español Mario López Martínez, s..
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  27.  28
    Liberdade é Trabalho e Cansaço: contribuições para o debate sobre interseccionalidade.Raquel Souzas, Olivia Ferraz Pereira Marinho, Carliene Sousa de Jesus & Amalia Nascimento do Sacramento Santos - 2021 - Odeere 6 (1):67-83.
    O presente artigo busca articular reflexões a partir da teoria da interseccionalidade. Nesse campo, a questão da liberdade é um ponto importante e é antípoda do racismo. A forma pela qual as mulheres negras afirmam a liberdade, individual ou coletivamente, produz resultados políticos e sociais. Neste artigo buscamos analisar a percepção da liberdade no cotidiano. Foram entrevistadas mulheres negras de diferentes níveis de escolaridade, em idade reprodutiva, residentes do sudoeste baiano. A liberdade se apresenta como uma possibilidade que advém de (...)
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  28.  8
    Judicialização da Política e Liberdade Política.Giovânio Aguiar - 2019 - Cadernos PET-Filosofia (Parana) 17 (2).
    Pretendo aproximar a liberdade como não-dominação de Philip Pettit da teoria da Liberdade Jurídica de Franz Neumann e Axel Honneth.
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  29. Liberdade e conflito: o confronto dos desejos como fundamento da ideia de liberdade em Maquiavel.José Luiz Ames - 2009 - Kriterion: Journal of Philosophy 50 (119):179-196.
    O artigo parte da enunciação da tese de que ao desejo desmesurado dos grandes pela apropriação/dominação absoluta opõe-se um desejo não menos desmesurado e absoluto do povo de não sê-lo: dois desejos de natureza diferente que não são nem o desejo das mesmas coisas nem desejo de coisas diferentes, mas desejos cujo ato de desejar é diferente. Considerando que cada desejo visa sua efetividade absoluta, cada um tenta impor-se universalmente tornando-se duplamente absoluto: por um lado tende à dominação total (os (...)
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  30.  34
    Apresentação (Presentation) - Horizonte, v. 12, n. 33, jan./mar. 2014 - Dossiê: Religião, Política e Violência (Religion, Politics and Violence). [REVIEW]Antonio Geraldo Cantarela - 2014 - Horizonte 12 (33):5-7.
    Apresentação: Horizonte, v. 12, n. 33, jan./mar. 2014 Dossiê: Religião, Política e Violência.
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  31.  16
    O Surgimento Moderno da Liberdade Religiosa Uma Perspectiva Política.J. H. Marcantonio - 2013 - Páginas de Filosofía 5 (1):73-82.
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  32. Liberdade, segurança e polícia: uma abordagem filosófica sob a ótica contratualista.Fabiana Amaro de Brito - 2022 - Filosofia E Educação 14 (2):204-215.
    O presente artigo aborda a instituição de órgãos de polícia como representantes do poder e da autoridade do Estado sob a ótica da filosofia, sobretudo no contexto do contrato social, fundamentada em revisão bibliográfica. Ainda que o homem tenha preterido sua liberdade natural em prol de uma liberdade assistida, e sendo a polícia um dos órgãos responsáveis por essa assistência, não há como afirmar que esse trabalho está correspondendo aos anseios da sociedade, sobretudo ao se analisar os índices de (...) que a envolvem. Nesse sentido, a sociedade vem questionando a necessidade da existência dessas instituições, muitas vezes, inclusive, pedindo sua extinção. (shrink)
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  33.  62
    Liberdade em Hegel.Konrad Utz - 2004 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 50 (2):257-283.
    As normas da moral são as regras sob as quais o indivíduo livre limita livremente sua liberdade em prol da liberdade geral. As normas da lei são regras sob as quais o indivíduo livre é forçado a limitar sua liberdade em prol da liberdade geral. Com isso quase todos os filósofos modernos concordam. A ideia genial e central da filosofia prática de Hegel é que as normas tanto da moral quanto da lei não são limitações da liberdade, mas o cumprimento (...)
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  34.  40
    Participação e liberdade política em Hannah Arendt.Yara Adario Frateschi - 2007 - Cadernos de Filosofia Alemã 10:83-100.
    PRETENDE-SE, NESTE ARTIGO, MOSTRAR DE QUE MODO ARENDT, MANTENDO-SE FIEL À SUA POSIÇÃO ANTIMARXISTA E À CRÍTICA CONTUNDENTE DA DEMOCRACIA FORMAL, COMBINA ELEMENTOS LIBERAIS E DEMOCRÁTICOS PARA DEFENDER UM MODELO DE ESTADO CONSTITUCIONAL, ONDE OS DIREITOS INDIVIDUAIS SEJAM GARANTIDOS AO MESMO TEMPO EM QUE SEJAM MANTIDOS ESPAÇOS DE LIBERDADE QUE PERMITAM AOS CIDADÃOS TORNAREM-SE, DE ALGUM MODO, PARTICIPANTES DA GESTÃO GOVERNAMENTAL E DAS QUESTÕES PÚBLICAS EM GERAL. PARA TANTO, ME CONCENTRAREI, NÃO NOS TEXTOS EM QUE ARENDT SE VOLTA PARA O (...)
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  35.  35
    A liberdade republicana em algernon Sidney.Alberto Ribeiro G. De Barros - 2016 - Kriterion: Journal of Philosophy 57 (135):601-618.
    RESUMO O objetivo deste artigo é analisar a concepção de liberdade encontrada em "Discourses concerning government" de Algernon Sidney. Mantendo a perspectiva republicana, a liberdade é definida pela ausência de dominação, ou seja, pela não submissão, sujeição ou exposição à vontade arbitrária de outra pessoa; e assumindo a perspectiva jusnaturalista, a liberdade é considerada um direito natural, inerente à condição humana, que deve ser preservado e assegurado pela autoridade política. Pretende-se discutir como Sidney articula essas duas perspectivas em sua teoria (...)
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  36. Segurança e liberdade: Espinosa e a construção da paz.Marilena Chaui - 2005 - Discurso 35:143-166.
    Analisando o que se poderia chamar de "sistema medo-esperança" das paixões humanas e seu papel na constituição das sociedades, este estudo busca mostrar que, para Espinosa, a paz é virtude política, porque é a capacidade de enfrentar a contigência e dobrá-la a favor dos homens. Pode-se esboçar, assim, uma resposta a um problema apontado com frequência entre os intérpretes: a finalidade da vida política seria a liberdade, como quer o Tratado teológico-político, ou segurança, como mostra o Tratado político?
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  37.  52
    Rousseau: Liberdade civil, convenção E república.Claudio Boeira Garcia - 2012 - Cadernos de Ética E Filosofia Política 21:99-108.
    O objetivo deste texto é pensar como as definições que Rousseau estabeleceu para os termos liberdade, convenção, direito e legitimidade e o modo como as articulou, anteciparam, em boa medida, noções-chave dos novos regimes republicanos e democráticos instaurados a partir das revoluções ocorridas na América e na França no final do século XVIII.
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  38. Violência e Política em Hannah Arendt.Ana Sofía Roque - 2009 - Astrolabio 9:173-182.
    Nesta comunicação pretende-se desenvolver a relação entre violência e política enquadrada no pensamento de Hannah Arendt e a partir de duas obras fundamentais, On Revolution (1963) e On Violence (1970). Investigando-se sobre o que constitui cada experiência em particular, a da violência (ainda que sob a forma da guerra ou da revolução) e a da política, esta relação permitirá equacionar criticamente as possibilidades e os limites das sociedades democráticas actuais como o resultado da tradição política e das revoluções (...)
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  39.  16
    Liberdade e democracia em conflito.Ericson Sávio Falabretti - 2020 - Revista de Filosofia Aurora 32 (57).
    A experiência democrática moderna indica que o nosso sistema político mantém uma relação de sobredeterminação com a liberdade. Toda forma de sistema político determina o alcance e o sentido da nossa liberdade, ao mesmo tempo em que a experiência concreta de liberdade modifica o sistema político. Sustentamos neste trabalho que a liberdade individual elevada ao princípio máximo de realização existencial e à consagração ideal de vida política é, ao mesmo tempo, o registro jurídico-político de que realmente vivemos em uma democracia, (...)
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  40. Terra da Liberdade e a construção do protocolo da consulta: a comunicação política quilombola na transformação do mundo.Fábio Fonseca de Castro & Marina Ramos Neves de Castro - 2025 - Logos: Comuniação e Univerisdade 30 (1):95-110.
    O objetivo do artigo é compreender como as metamorfoses econômicas e sociais vivenciadas e experienciadas nas comunidades quilombolas do território Terra da Liberdade, situadas no Baixo Tocantins, estado do Pará, produzem dizeres e linguagem, e, assim, formas de uma comunicação de resistência. Parte-se da reflexão de Heidegger (2001) sobre a relação entre existência e lugar para compreender o processo de construção dialogada do Protocolo de Consultas do território. A metodologia utilizada foi a observação participante com entrevistas abertas e semiestruturadas, num (...)
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  41.  49
    O modelo liberal e republicano de liberdade: uma escolha disjuntiva?Cesar Augusto Ramos - 2011 - Trans/Form/Ação 34 (1):43-66.
    Este artigo tem por objetivo apresentar duas maneiras de compreender a liberdade: a liberdade negativa do liberalismo, definida como a esfera do livre agir do indivíduo pela ausência de impedimentos externos, e que se norteia pelo paradigma jurídico dos direitos individuais; e a liberdade política do republicanismo, que se define como não-dominação e se orienta pelo paradigma das virtudes cívicas da cidadania. Um outro propósito consiste em mostrar que a oposição entre o ponto de vista jurídico-liberal e o republicanismo não (...)
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  42.  25
    Governo e subjetividade: liberdades insurgentes e mundos possíveis.Rafael Rocha da Rosa & Thayana Cristina de Góes Corrêa Netto - 2020 - Griot : Revista de Filosofia 20 (3):404-420.
    Este artigo tem por objetivo geral investigar, numa perspectiva foucaultiana, as relações entre governo e subjetividade, através das artes de governar e a constituição do Estado moderno. Nessa tarefa, consideramos os cursos ministrados por Foucault, Segurança, Território, População e O nascimento da biopolítica, para tratar da presença do poder pastoral na constituição da governamentalidade. O objetivo específico é investigar outras possibilidades de organização social, associados a princípios democráticos, como solidariedade e autogestão em oposição aos efeitos gerados pelo neoliberalismo, com a (...)
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  43.  18
    Os dois conceitos de liberdade e a filosofia de Isaiah Berlin.Mateus Matos Tormin - 2023 - Cadernos de Ética E Filosofia Política 42 (2):70-83.
    Resumo: Neste texto, esmiúça-se o conceito de liberdade na obra de Isaiah Berlin, visando inseri-lo no contexto mais amplo de sua filosofia. Essa reconstrução tem dois objetivos principais, que a justificam: (i) evidenciar a natureza predominantemente histórica (e não analítica) do projeto intelectual de Berlin; e (ii) apontar dois erros comuns na interpretação dos conceitos de “liberdade positiva” e “liberdade negativa”.
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  44.  16
    Liberdade, movimento vital E paixões: Os impasses do materialismo hobbesiano.José Nicolau Heck - 2007 - Philósophos - Revista de Filosofia 12 (1).
    For Hobbes, men are free as beings with a body. According to the English political theorist, there are no voluntary acts against reason. Just like irrationals and unanimated things, human beings have within themselves the principle of movement and this is the reason why they move in this or that direction, unless blocked by an obstacle. The concept of conservation , that at first sight is static and reductionist, acquires the dynamic of a civilizer self-increment involving all the varieties of (...)
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  45.  31
    Elementos da liberdade republicana em John Locke.Rodrigo Ribeiro de Sousa - 2018 - Cadernos Espinosanos 38:171-188.
    Ao longo da história da filosofia, John Locke tem sido frequentemente associado à tradição do liberalismo político, o que decorre, invariavelmente, de um modo peculiar de interpretação da noção de liberdade para o filósofo, que estaria estruturada em torno da ideia de não-interferência. Derivada frequentemente de propostas analíticas realizadas em um “vácuo histórico”, em que as ideias de Locke são tomadas como uma estática coleção, tal conclusão expressa uma perspectiva que não considera o caráter essencialmente discursivo da filosofia política e (...)
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  46.  98
    Friedrich Hayek e Hannah Arendt Em Contraste: Liberdade da Política Ou Liberdade Na Política?Anderson Paz - 2023 - Revista PERI 14:100-113.
    O objetivo do presente artigo é comparar as perspectivas de Friedrich von Hayek e Hannah Arendt sobre a relação entre liberdade e política. A perspectiva de Hayek é chamada de liberdade da política devido a seu pessimismo quanto à capacidade da ação política estatal ampliar a liberdade individual. E a perspectiva de Arendt é chamada de liberdade na política devido a sua aceitação positiva do espaço político enquanto campo para o exercício da ação e da liberdade dos indivíduos. A conclusão (...)
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  47.  22
    Educação para a liberdade em Paulo Freire.Rubens Luiz Rodrigues - 2022 - Educação E Filosofia 36 (77):729-756.
    Resumo: Este artigo analisa a educação para a liberdade em Paulo Freire, considerando seus desafios e perspectivas em tempos de construção da resistência. Considera-se que as formulações freireanas de uma educação para a liberdade permitem a mobilização e a organização das lutas x se manifestam no contexto da crise do Capital. O artigo cumpre os seguintes objetivos na análise dos contributos de Paulo Freire: abordar sua atuação política e intelectual em favor de uma educação para a liberdade; destacar as influências (...)
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  48.  21
    Igualitarismo e liberdade como não dominação.Claudio Araujo Reis - 2019 - Doispontos 16 (1).
    A filosofia política de Rousseau sugere que há uma ligação íntima entre a garantia da liberdade e uma constituição radicalmente democrática da sociedade, especialmente no que se refere ao processo de tomada de decisões coletivas. Este texto procura explorar alguns aspectos dessa ligação entre igualitarismo e liberdade como não dominação, a partir da teoria da democracia proposta por Rousseau no Contrato social.
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  49.  17
    Uma defesa do método skinneriano contra a crítica de Matthew Kramer sobre o conceito de “Liberdade” no pensamento de Thomas Hobbes.Gustavo Ceneviva Zuccolotto - 2022 - Cadernos de Ética E Filosofia Política 40 (1):115-125.
    Nos deteremos aqui sobre a crítica de Matthew Kramer em relação à interpretação de Quentin Skinner sobre o conceito de “liberdade” em Hobbes contida em seu artigo “On the Unavoidability of Actions: Quentin Skinner, Thomas Hobbes, and the Modern Doctrine of Negative Liberty” (2001). Nele, Kramer trata do então crescente interesse do projeto intelectual de Skinner pelo pensamento hobbesiano, algo já evidenciado desde a publicação de seu livro Liberdade Antes do Liberalismo (1998). Kramer toma como referência central de sua resposta (...)
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  50. La violencia filosófica y política que todos heredamos.Juan Carlos Moreno Romo - 2015 - Escritos 23 (50):25-41.
    A partir de una breve caracterización de las “conservadoras” sociedades primitivas —de su frontera antropológica, filosófica y religiosa con respecto a “nuestro tiempo”— y de la constatación de la paradójica naturaleza “revolucionaria” del propio mito fundador de los “progresistas” tiempos modernos —aquellos que exaltan a esos contrarios de la filosofía y del cristianismo al mismo tiempo que se disponen a consumar, por fin, la ruptura que con respecto a ellos dan por nule et non avenue—, el presente trabajo muestra cómo (...)
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