Results for 'Bachelard. Bergson. Tempo, Instante, Duração. Vida.'

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  1.  25
    Instante ou duração? Problematizando e dissolvendo o paradoxo do tempo a partir da querela entre Bachelard e Bergson.Regina Schöpke - 2020 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 65 (1):e36055.
    Se, para Gaston Bachelard, a realidade do tempo se reduz ao instante presente, circundado por dois nadas, para Henri Bergson, que se encontra em uma posição diametralmente oposta à de Bachelard, o tempo é um contínuo, uma duração ininterrupta. Mais do que isso, para Bergson, a única dimensão real do tempo é o passado, que se prolonga no presente e abre as portas para o futuro, ou seja, para o novo, para a novidade. Pois bem, tomando por base a querela (...)
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  2.  17
    Roupnel e Bachelard: devaneios e espacialidades geopoéticas.Gabriel Kafure Da Rocha - 2020 - Philósophos - Revista de Filosofia 24 (2).
    A presente investigação pretende defender a ideia, como homenagem após os 60 anos da morte de Gaston Roupnel, de que há uma influência que vai além da noção de Instante como descontinuidade sobre Bachelard. Por essa via, a virada da filosofia bachelardiana para a crítica literária e poética perpassa uma cosmovisão influênciada por Roupnel em Siloë. Ao ter acesso direto a esse texto percebe-se que ali se dá um recomeço, uma nova ontogênese da vida para a ideia de devaneios espaciais (...)
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  3.  12
    Entre a Filosofia e a Literatura: O Tempo Como Realidade Interior Em Bergson e Proust.Maria Ester Martins Silva - 2024 - Kínesis - Revista de Estudos Dos Pós-Graduandos Em Filosofia 16 (40):338-354.
    Esse trabalho tem como objetivo discutir especificamente o tempo como duração interior em Henri Bergson, tese fundamental de sua obra Ensaio sobre os dados imediatos da consciência, tendo como horizonte a noção de tempo psicológico, a qual difere totalmente do tempo externo, ou seja, do tempo espacializado. Exploraremos também a literatura de Marcel Proust, com sua obra Em busca do tempo perdido. Proust também pensa o tempo, em seu romance, a partir da realidade interior do personagem principal. No entanto, este (...)
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  4.  6
    Bergson e a Evolução da Vida.Ana Beatriz Antunes Gomes - 2012 - Kínesis - Revista de Estudos Dos Pós-Graduandos Em Filosofia 4 (7):254-272.
    Bergson sustenta que a ordem vital é essencialmente um processo inesgotável de criação. A vida é um aspecto expressivo do tempo que, por sua vez, é autônomo e independente do espaço e do sujeito, bem como irredutível às funções quantitativas de medida. Trata-se da natureza qualitativa e virtual de toda diferença que devém natureza viva por uma atualização irresistível. Contudo, não é menos verdade que a vida se apresenta comumente menos em sua essência movente do que por meio de seus (...)
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  5. Henri Bergson e a simbiose cognitivo-psíquica na relação subjetividade & trabalho.Gilbert Cardoso Bouyer - 2014 - Trans/Form/Ação 37 (1):105-128.
    O principal objetivo deste artigo é ampliar o atual cenário teórico da área "Saúde Mental e Trabalho", de acordo com a filosofia de Henri Bergson e seus conceitos de percepção, cognição, duração, vida psíquica, tempo e subjetividade. Este texto teórico-filosófico objetiva esclarecer, sob um novo ponto de vista, as relações entre filosofia da mente e os atuais esforços em direção a uma teoria científica da cognição, com sua complexa estrutura de teorias, hipóteses e disciplinas. Há, neste artigo, uma nova abordagem (...)
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  6.  25
    (1 other version)A concepção bergsoniana do tempo.Frederic Worms - 2004 - Dois Pontos 1 (1).
    resumo Trata-se aqui de mostrar como a filosofia de Bergson decorre da constatação da passagem do tempo enquanto fato primordial e originário; nessa medida, as suas obras podem ser consideradas como diferentes tentativas de esclarecer tal experiência da temporalidade que, filosoficamente considerada, consiste na intuição da duração. Para isso, examina-se a forma pela qual o tratamento dado a problemas filosóficos distintos e discutidos em cada um de suas obras efetiva-se como meditação sobre o fato primitivo e seu esclarecimento progressivo. Em (...)
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  7.  56
    Bergson: tempo e ação.Jonas Gonçalves Coelho - 2001 - Discurso 32:113-140.
    Propomo-nos a mostrar como a filosofia bergsoniana explica o porquê de a ação humana parecer ora previsível ora imprevisível, peculiaridade da qual decorrem tanto a concepção de que o método das ciências naturais deve ser imitado pelas ciências humanas quanto a idéia de que o método e as explicações das ciências humanas devem ser diferentes dos das ciências naturais. Recorrendo à noção de duração interior e ao modo de inserção da consciência no mundo, Bergson postula que, apesar de, não raro, (...)
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  8.  52
    A coexistência entre passado E presente na duração de Henri Bergson.Me Adriana Gurgel - 2012 - Revista de Teologia 6 (9):74-84.
    Este artigo pretende, através de uma breve apresentação da teoria da memória de Henri Bergson (1859-1941), compreender como o conceito de duração possibilita a coexistência entre passado e futuro na obra deste autor. Para isto, será necessário entender em que consiste o tempo para o filósofo francês, assim como a relação do tempo com a memória e com o corpo. A partir da obra Matéria e memória, escrita e publicada na virada do século XIX para o século XX (1896) e (...)
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  9.  14
    A intuição bergsoniana da duração: o tempo da ciência é espaço.Magda Costa Carvalho - 2012 - Kairos 4:87-104.
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  10.  9
    Intuition of the Instant.Eileen Rizo-Patron (ed.) - 2013 - Northwestern University Press.
    Appearing in English for the first time, _Intuition of the Instant_—Bachelard’s first metaphysical meditation on time and its moral implications—was written in 1932 in the wake of Husserl’s lectures on streaming time-consciousness, Heidegger’s _Being and Time,_ and Henri Bergson’s philosophy of the élan vital. A culmination of Bachelard’s earlier studies in scientific epistemology, this work builds the epistemic framework that would lead theorists of all stripes to advance knowledge by breaking with accepted modes of thought. _Intuition of the Instant _sows (...)
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  11.  7
    Bergson e a Intuição Como Método Na Filosofia.Eduardo Soares Ribeiro - 2013 - Kínesis - Revista de Estudos Dos Pós-Graduandos Em Filosofia 5 (9):94-108.
    Neste artigo abordaremos o tema da intuição e o método intuitivo no pensamento de Henri Bergson, tendo por objetivo mostrar a partir de quais problemas tal método pôde surgir e quais dificuldades ele tenta solucionar em seu desenvolvimento no decorrer de determinados textos do filósofo francês. Para alcançar o problema da intuição em Bergson, teremos que tratar brevemente de temas fundamentais de sua filosofia, a saber, a duração e o tempo; a intuição interior e seu contato com o Eu profundo; (...)
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  12.  87
    A non-Bergsonian Bachelard.Jean François Perraudin - 2008 - Continental Philosophy Review 41 (4):463-479.
    In this essay, Perraudin sets out to contrast the competing philosophies of time and imagination of two major French thinkers of the twentieth century: Henri Bergson (1859–1941) and Gaston Bachelard (1884–1962). Despite Bachelard’s polemical approach vis-à-vis philosophical tradition in his works on epistemology and poetics, his accounts of time and imagination have been shown by several critics to be significantly influenced and inspired by his predecessor. Perraudin nonetheless argues that Bachelard’s critique of Bergson’s theory of continuous temporality opens the way—through (...)
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  13. Duration and Evolution: Bergson contra Dennet and Bachelard.Keith Ansell Pearson - 2000 - In R. Durie, Time and the Instant. Clinamen Press.
     
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  14.  91
    Bergson e os dualismos.Débora Cristina Morato Pinto - 2004 - Trans/Form/Ação 27 (1):79-91.
    Este artigo apresenta introdutoriamente a maneira como Bergson aborda o dualismo ontológico num diálogo crítico com a tradição moderna. A proposta de reconstrução da metafísica em novos termos exige a passagem pela colocação tradicional dos principais problemas filosóficos, em especial o dualismo moderno, cuja origem é cartesiana. Para diluir as antíteses do pensamento conceitual, a filosofia da bergsoniana estabelece um procedimento dualista, a dissociação analítica da experiência determinando seus domínios distintos em natureza. Somente a noção de duração permite a reconciliação (...)
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  15.  20
    Merleau-Ponty e a bola de neve: elogio e crítica de Bergson.Pablo Zunino - 2009 - Cadernos Espinosanos 20:104.
    Este artigo examina algumas aproximações e distanciamentos de Merleau-Ponty em relação à filosofia de Bergson, tendo em vista que Merleau-Ponty parece dividido quanto ao seu parecer sobre a concepção bergsoniana do tempo. Essa oscilação entre crítica e elogio é certamente visível na Fenomenologia da percepção, na qual Merleau-Ponty reconhece que Bergson teria dissolvido a questão do dualismo ao afirmar que “o corpo e o espírito se comunicam pela mediação do tempo”. Entretanto, Merleau-Ponty vai denunciar outra espécie de dualismo bergsoniano, que (...)
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  16.  29
    Henri Bergson E a intuição enquanto método.Edvan Aragão Santos - 2019 - Cadernos Do Pet Filosofia 10 (20):12-29.
    Nosso intuito neste presente artigo é discutir acerca da intuição na filosofia de Henri Bergson. O filósofo atribui a ela o método por excelência do fazer filosófico, o distinguindo daquele implementado pelo cientificismo - que o autor compreende como relativo e simbólico. Bergson credita à intuição a capacidade de adentrar na realidade de modo absoluto e profundo, acompanhando o tempo em sua duração e capturando a multiplicidade qualitativa das coisas. Para o filósofo, a intuição seria um método tão preciso quanto (...)
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  17.  13
    Bergson sulla spiaggia: rêverie marina e ontologia della memoria.Christian Frigerio - 2023 - ACME: Annali della Facoltà di lettere e filosofia dell'Università degli studi di Milano 75 (1):175-190.
    Questo articolo si propone come contributo alla teoria della rêverie degli elementi naturali sviluppata da Gaston Bachelard. Si argomenterà che la contemplazione del mare sollecita una visione particolare del mondo che può affettare le nostre idee del tempo e della memoria. Sulla scia del famoso detto di Eraclito, quella del fiume è sempre stata l’immagine principale per descrivere la natura inafferrabile del tempo; ma il mare, il luogo dove finiscono tutti i fiumi, fornisce una perfetta analogia naturale per la conservazione (...)
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  18.  24
    (1 other version)Bergson's reformation of philosophy.Keith Ansell-Pearson - 2016 - Dissertatio 43 (S4):51-62.
    Neste artigo sigo uma sugestão de Pierre Hadot pela qual ele, desde que era um jovem estudante, entendia que “o bergsonismo não era uma filosofia abstrata e conceptual, mas uma nova maneira de ver a si e ao mundo”. A Filosofia para Bergson possui assim dois objetivos principais: ampliar a percepção humana; aprimorar a capacidade humana de agir e de viver. Examino alguns aspectos centrais da reforma bergsoniana da Filosofia, cuja ambição é levar a Filosofia além da academia, inclusive das (...)
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  19. Tecnociência e política: Einstein, Bergson e o mundo visto da perspectiva de um raio de luz.Márcio Barreto & Pedro Ferreira - 2009 - Cadernos de História E Filosofia da Ciéncia 19 (2).
    Desde o início da era moderna, tecnociência e política se tornaram cada vez mais indissociáveis, na mesma medida em que aumentou a nossa capacidade de manipular a matéria em um nível inacessível ao senso comum e, no limite, à própria imaginação humana. A experiência do tempo foi particularmente sensível a esse processo. Por um lado, foi dividida entre um tempo quantitativamente mensurável e um tempo qualitativo vivido . Por outro lado, este último foi crescentemente reduzido a um tempo psicológico e, (...)
     
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  20.  28
    Inteligência, intuição e ação em Henri Bergson.Caroline da Silva Lourenzone & Maria Ester Martins Silva - 2023 - Cognitio 24 (1):e61877.
    Nosso objetivo é discutir sobre o papel da ação na constituição da inteligência e suas implicações para a ação estética na filosofia de Henri Bergson. Sendo, para esse filósofo, o conhecimento humano moldado, em larga medida, pela inteligência – faculdade intimamente relacionada a uma compreensão determinista – como poder- se-ia compreender a atividade criadora, em particular a criação artística, a qual está intimamente relacionada com a noção de imprevisibilidade? O artista, como um pintor, por exemplo, por mais que planeje, não (...)
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  21.  24
    Efeitos da prática de yoga sobre a qualidade de vida de participantes do programa de extensão universitária “yoga: awaken one”.Poliana Coelho Barbosa, Danilo França Conceição dos Santos, Mateus Mota Pereira, Aline de Jesus Santos, Crislane dos Santos de Brito, Djalma Pereira Santana, Lucimara da Cruz Souza, Teresa Maria Bianchini de Quadros & Alex Pinheiro Gordia - 2023 - Aprender-Caderno de Filosofia E Psicologia da Educação 30 (30):261-274.
    O ingresso na universidade acarreta mudanças na vida dos estudantes universitários, fato que pode levar à adoção de hábitos não saudáveis que podem resultar em impactos negativos na saúde e na qualidade de vida (QV) desses jovens. Nessa perspectiva, o presente estudo teve como objetivo investigar os efeitos da prática de Yoga na QV de estudantes universitários participantes do programa de extensão universitária intitulado “Yoga: Awaken ONE”. O estudo caracterizou-se como pré-experimental, do tipo antes e depois. Os participantes foram submetidos (...)
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  22.  73
    Intuition of the Instant.Gaston Bachelard - 2013 - Northwestern University Press. Edited by Jean Lescure & Eileen Rizo-Patron.
    The instant -- The problem of habit and discontinuous time -- The idea of progress and the intuition of discontinuous time -- Conclusion -- Appendix A: "Poetic instant and metaphysical instant" by Gaston Bachelard -- Appendix B: Reading Bachelard reading Siloe: an excerpt from "Introduction to Bachelard's poetics" by Jean Lescure -- Appendix C: A short biography of Gaston Bachelard.
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  23. The Instant.Gaston Bachelard - 2000 - In R. Durie, Time and the Instant. Clinamen Press. pp. 64--95.
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  24. Instante poético e instante metafísico.GastÓn Bachelard - 1970 - Cuadernos de Filosofía 10 (13):149.
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  25. L'Intuition de l'Instant.Gaston Bachelard - 1935 - Revue Philosophique de la France Et de l'Etranger 119 (1):122-123.
     
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  26. (1 other version)L'intuition de l'instant.Gaston Bachelard - 1932 - Paris,: Stock, Delamain et Boutelleau.
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  27.  34
    Taking Bachelard from the Instant to the Edge.Edward S. Casey - 2008 - Philosophy Today 52 (Supplement):31-37.
  28.  10
    Vertical Time: Bachelard’s Epiphanic Instant.Richard Kearney - 2017 - In Eileen Rizo-Patron, Edward S. Casey & Jason M. Wirth, Adventures in phenomenology: Gaston Bachelard. Albany, NY: Suny Press. pp. 49-61.
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  29.  46
    Bachelard, Bergson, Emmanuel. Mélodie : rythme et durée.Christophe Corbier - 2012 - Archives de Philosophie 75 (2):291-310.
    Résumé Dans La dialectique de la durée, Bachelard critique la métaphore musicale utilisée par Bergson pour illustrer le concept de durée. Bergson, dans l’ Essai sur les données immédiates de la conscience, emploie la mélodie comme image de la durée et assimile rythme et mesure, la périodicité rythmique permettant l’intuition de la durée. Mais c’est d’une autre conception du rythme que se réclame Bachelard : le musicologue Maurice Emmanuel a montré que rythme et mesure ne sont pas équivalents et il (...)
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  30.  34
    The dialectic of duration.Gaston Bachelard - 2000 - New York: Rowman & Littlefield International. Edited by Mary McAllester Jones.
    In The Dialectic of Duration Gaston Bachelard addresses the nature of time in response to the writings of his great contemporary, Henri Bergson. For Bachelard, experienced time is irreducibly fractured and interrupted, as indeed are material events. At stake is an entire conception of the physical world, an entire approach to the philosophy of science. It was in this work that Bachelard first marshalled all the components of his visionary philosophy of science, with its steady insistence on the human context (...)
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  31.  9
    Literatura e Filosofia em Maurice Blanchot.Adriano H. S. Ferraz - 2024 - Sofia 13 (1):13144336-13144336.
    O presente trabalho busca reconstituir os momentos nos quais a primeira obra literária de Blanchot se abre para o pensamento filosófico. Em _Thomás, L´Obscur,_ os temas de um vitalismo a contrapelo, que segue de perto os problemas colocados pela morte imanente à vida, se transpõem numa caracterização importante do que compreende como espaço literário. Tentamos mostrar como sua criação se estende para além do campo literário, dando a ver uma ontologia da linguagem e uma experiência intensiva do real. Apesar de (...)
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  32.  7
    Gaston Bachelard: l'intuition de l'instant au risque des neurosciences.Michèle Pichon - 2012 - Paris: L'Harmattan.
    Un large public apprécie en Gaston Bachelard le philosophe de la rêverie poétique et l'épistémologue. Ses oeuvres consacrées à la question du temps sont moins connues. Cet ouvrage se propose de montrer en quoi les données actuelles des neurosciences apportent un éclairage nouveau à cette réflexion. Nombre d'hypothèses formulées en neurobiologie et en neuroesthétique renforce la thèse bachelardienne de la discontinuité du temps vécu et la conception qu'avait le philosophe de "l'instant poétique".
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  33.  44
    De kāla a kṣaṇa ou da recorrência à instantaneidade.Carlos H. Do Carmo Silva - 2006 - Cultura:131-178.
    O presente estudo pretende salientar o trânsito das grandes formulações da concepção da temporalidade na tradição hindu: do tempo (kāla) à sua compreensão como instantâneo (kṣaṇa). Num ponto preliminar, salientam-se as condições linguísticas do pensar indo-europeu e a "gramática" sanscrítica a propósito do tempo. Sublinham-se de seguida os enquadramentos rituais e míticos, tanto ligados com a ciclicidade (saṃsāra), como com o imutável e eterno (ānantya). Depois percorrem-se, de forma sintética, os vários "sistemas" filosóficos salientando respectivamente: a concepção metafísica (no Vedānta (...)
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  34.  24
    Nous, Bergsonines manifeste de Kyoto.Elie During & Paul-Antoine Miquel - 2016 - Dissertatio 43 (S4):3-25.
    Este manifesto, escrito a quatro mãos no contexto de um colóquio sobre Bergson organizado no Japão, visa inicialmente responder a uma simples questão: que significa, hoje, trabalhar à maneira de Bergson? Não se trata de uma pergunta sobre a dedicação para com o corpus bergsoniano ou quanto a certos temas que o seu pensamento permite renovar a compreensão, mas sim sobre o método que ele próprio recomenda. Este método foi aplicado diligentemente por Bergson no curso de suas investigações, particularmente quanto (...)
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  35.  42
    Bachelard and the Epiphanic Instant.Richard Kearney - 2008 - Philosophy Today 52 (Supplement):38-45.
  36.  5
    La visione di Bergson. Tempo ed esperienza del limite.Riccardo Roni - 2015 - Milano MI, Italia: Mimesis.
  37.  32
    A duração em Henri Bergson.Luka Carvalho Gusmão & Luciana Pacheco Marques - 2022 - Educação E Filosofia 36 (77):861-884.
    Tendo como contexto as mudanças paradigmáticas da Atualidade, o objetivo deste artigo é refletir sobre os fundamentos filosóficos de uma educação com as diferenças a partir do conceito de duração desenvolvido por Henri Bergson. A teoria bergsoniana da duração instaura uma visão radical das diferenças humanas, baseada nos seguintes aspectos: a dimensão viva e pulsante das temporalidades dos diversos sujeitos; a irredutibilidade das diferentes temporalidades humanas a signos matemáticos; a totalização da temporalidade no âmbito da memória; e, enfim, seu potencial (...)
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  38.  42
    O Sonho.Henri Bergson - 2004 - Trans/Form/Ação 27 (1):93-109.
    O Instituto Psicológico me convidou para tratar de um assunto tão complexo, o qual suscita tantos problemas, alguns psicológicos, outros fisiológicos e mesmo metafísicos, assunto que requereria tão longos desenvolvimentos – e temos tão pouco tempo – que peço a permissão para suprimir todo preâmbulo, afastar o acessório e me colocar logo no coração da questão.
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  39. Grande Sertão: Veredas by João Guimarães Rosa.Felipe W. Martinez, Nancy Fumero & Ben Segal - 2013 - Continent 3 (1):27-43.
    INTRODUCTION BY NANCY FUMERO What is a translation that stalls comprehension? That, when read, parsed, obfuscates comprehension through any language – English, Portuguese. It is inevitable that readers expect fidelity from translations. That language mirror with a sort of precision that enables the reader to become of another location, condition, to grasp in English in a similar vein as readers of Portuguese might from João Guimarães Rosa’s GRANDE SERTÃO: VEREDAS. There is the expectation that translations enable mobility. That what was (...)
     
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  40.  25
    Experiências Perturbadoras.Ana Paula Patrocínio Holzmeister - 2011 - Revista Sul-Americana de Filosofia E Educação:55-65.
    Esse ensaio tem por finalidade discutir a abertura instaurada no debate educacional a partir da introdução do conceito de Duração produzido por Bergson, aproximando-o aos estudos deleuzianos sobre pensamento e aprendizagem. Partindo destes conceitos, procuro captar outros modos de atualização de processos educativos engendrados nos cotidianos escolares. Assim, tomando a prática docente como trabalho com matéria em movimento e não mais como ensino-transmissão de conhecimento, busco, de modo provisório, analisar as práticas de aprendizagem inventivas (Kastrup, 1999/2009) instauradas em meio aos (...)
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  41. La teoría del instante en Bachelard y el espacio onírico.Roberto Castillo - 1994 - Revista de Filosofía de la Universidad de Costa Rica 77:109-116.
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  42.  40
    O não lugar como lugar da experiência.Izilda Johanson - 2017 - Trans/Form/Ação 40 (2):89-102.
    Resumo: Um dos principais temas postos pela filosofia bergsoniana, no âmbito da subjetividade, é o da distinção entre consciência interior e exterior, entre uma interioridade, um eu interior, profundo, e uma exterioridade, um eu superficial, periférico. Ainda que o lugar seja, em princípio, algo pertinente apenas a um dos dois polos do eu - a saber, aquele relativo à exterioridade, à extensão e ao espaço -, a discussão acerca da natureza própria da interioridade reconfigura a ideia de lugar, no pensamento (...)
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  43. Um Episódio do debate contempor'neo ao redor da antropologia filosófica: Série 2 / A Contemporaneous Debate Episode About the Philosophical Anthropology.Roberto Nigro - 2011 - Kant E-Prints 6:14-31.
    In the beginning of the 20 th century, the discussion of the anthropological theme across the field of French philosophical debate. It also implies a redefinition of philosophy and politics at different levels. This is about the second episode of great anthropological questioning that took place in the 20th century, since the first had to do with the great German philosophical works which draws on the writings of Max Scheler, Martin Heidegger, Helmuth Plessner, Arnold Gehlen, and Ernst Cassirer, among others. (...)
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  44. O Tempo E Outros Tipos De Duração Na Cosmologia De Platão.Thomas Robinson - 2007 - Hypnos. Revista Do Centro de Estudos da Antiguidade 18:56-66.
    Este artigo descreve em primeiro lugar os quatro tipos de duração que parecem ser sustentados por Platão: eternidade, sempiternidade, perpetuidade e tempo. Uma descrição é oferecida do tipo surpreendente de entropia que caracteriza o cosmos no Mito do Político, onde o universo começa a partir de um impulso inicial, eventualmente retorna àquele ponto e então começa o processo novamente, em perpetuidade. Essa perspectiva é então apresentada como sendo irresistivelmente consoante com a teoria cosmológica contemporânea.This article first describes the four types (...)
     
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  45.  15
    The Difference an Instant Makes: Bachelard’s Brilliant Breakthrough.Edward S. Casey - 2017 - In Eileen Rizo-Patron, Edward S. Casey & Jason M. Wirth, Adventures in phenomenology: Gaston Bachelard. Albany, NY: Suny Press. pp. 19-28.
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  46.  57
    Intuition and discursive knowledge: Bachelard's criticism of Bergson.Cristina Chimisso - 2022 - British Journal for the History of Philosophy 31 (4):825-843.
    In this paper, I discuss Gaston Bachelard’s criticism of Henri Bergson’s employment of intuition as the specific method of philosophy, and as a reliable means of acquiring knowledge. I locate Bachelard’s criticism within the reception of Bergsonian intuition by rationalist philosophers who subscribed to the Third Republic’s ethos. I argue that the reasons of Bachelard’s rejection of Bergsonian intuition were not only epistemological, but also ethical and pedagogical. His view of knowledge as mediated, social, and historical, cannot be separated from (...)
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  47.  20
    Bergson et Bachelard face à la nouvelle physique.Gérade Chazal - 2023 - Philósophos - Revista de Filosofia 27 (2).
    La rencontre entre Bergson et Einstein en 1922 est souvent présentée comme un cas exemplaire d’incompréhension réciproque entre le philosophe et le physicien. Pourtant, la même année, Bergson publiait _Durée et simultanéité_, analyse et interprétation de cette même Relativité. Il serait erroné de présenter Bergson comme le philosophe ignorant des sciences dures. Entre le texte de 1922 de _Durée et simultanéité_ et celui de 1934 du _Nouvel Esprit Scientifique_, il n’y a pas passage d’une interprétation erronée de la Relativité à (...)
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  48.  7
    Instante.Helio Fernandes Viana & Marcos de Camargo Von Zuben - 2024 - Controvérsia 20 (2):79-98.
    Este artigo discute a experiência do Instante (Augenblick) à luz da ontologia da subjetividade desenvolvida por Kierkegaard, Nietzsche e Heidegger. O trabalho propõe que o Instante constitui uma experiência concreta de ruptura que tem como fundo e correlato a mediania pública niveladora. No Instante, instala-se a angústia que revela o domínio do público sobre a subjetividade (como publicidade, niilismo e domínio técnico). Ao mesmo tempo, revela-se a possibilidade de recuperação do ser si mesmo (Selbst) mais próprio na singularidade. Conversão, superação, (...)
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  49.  42
    Monismo da duração e ontologização do passado: sobre a leitura deleuzeana de Bergson.Fernando Monegalha - 2017 - Trans/Form/Ação 40 (2):193-216.
    Resumo: Trata-se de avaliar a justiça da leitura deleuzeana de Bergson, partindo de duas problemáticas principais: o monismo da duração, que Deleuze enxerga e defende em Bergson, e a ontologização do passado, a qual ele promove em sua apreciação da filosofia bergsoniana. Como procuraremos mostrar, se o primeiro ponto parece particularmente equivocado, o segundo ponto parece encontrar guarida em alguns trechos da obra de Bergson.: In this article we evaluate Deleuze's reading of Bergson, discussing two main problems: the monism of (...)
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  50. Henri Bergson, Lezioni di Metafisica. Spazio, tempo, materia e teorie dell'anima.Simone Guidi (ed.) - 2018 - Milano MI, Italia: Mimesis.
    "Lezioni di metafisica" presenta tradotti per la prima volta in italiano due cicli di lezioni tenuti da Henri Bergson presso la classe di khâgne del Lycée Henri-IV, tra il 1893 e il 1894. Per la loro collocazione temporale, a cavallo tra gli anni del "Saggio sui dati immediati della coscienza" (1889) e "Materia e memoria" (1896), queste lezioni risultano di straordinario interesse per gli studi sul filosofo francese, che vi sviluppa un serrato confronto con la storia della metafisica moderna e (...)
     
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