Results for 'Livro I da Política de Aristóteles'

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  1.  68
    Pólis e vida boa: a determinação da natureza ética da política no livro I da Política de Aristóteles.Izabella Simões - 2024 - Classica - Revista Brasileira De Estudos Clássicos 37:1-18.
    O objetivo principal deste artigo é mostrar a concepção política radicalmente normativa elaborada por Aristóteles no livro I da Política, concepção que determina a vida na cidade como uma condição fundamental para a realização da excelência ou virtude humana (ἀρετή). Trata-se, assim, de investigar como o filósofo pensa a polis como uma forma de comunidade (κοινωνία) que tem por meta não apenas assegurar as condições materiais e econômicas necessárias ao viver humano elementar (ζῆν), mas também propiciar (...)
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  2. Boa educação e busca pelos princípios no Livro I da Ética Nicomaquéia (EN) de Aristóteles.Priscilla Spinelli - 2012 - Dissertatio 36:277-297.
    Buscando apresentar uma interpretação para EN I 4 1095a31-b13, este artigo defende que a digressão nela feita por Aristóteles pretende caracterizar a investigação recém iniciada como promissora, opondo-a, ainda que não explicitamente, ao modo rígido socrático-platônico de fazer Ética ou Política. Para tanto, propõe-se uma interpretação pouco usual do termo que como o princípio buscado e não como ponto de partida da investigação. Recusa-se igualmente ver na passagem mencionada uma referência ao modo ou etapas de aquisição de virtude (...)
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  3. Excerto dos Comentários à Polí­tica de Aristóteles: Livro I.São Tomás de Aquino & Felipe de Azevedo Ramos - 2011 - Lumen Veritatis 4:119-125.
  4.  47
    Os críticos e sua democracia: o significado do naturalismo político de Aristóteles[REVIEW]Patricio Tierno - 2018 - Conjectura: Filosofia E Educação 23 (Especial):12-50.
    Este artigo procura oferecer uma reinterpretação do naturalismo político de Aristóteles à luz das críticas antigas ao regime democrático de Atenas e da orientação oligárquica da história intelectual e filosófica contemporânea. Para tanto, são apresentadas as teses elaboradas pelo autor no segundo capítulo do Livro I da Política. Nesse contexto reconstrutivo, sustenta-se que uma apreensão estrutural tanto dos argumentos como da realidade histórica representada pela pólis faz possível elucidar a concepção sistêmico-funcional que subjaz à proposição segundo a (...)
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  5. Comentários ao Livro XII da “Metafísica” de Aristóteles.Lucas Angioni - 2005 - Cadernos de História E Filosofia da Ciéncia 15 (1).
    Commentary on Aristotle's Metaphysics Lambda. It accompanies the translation of Aristotle's Metaphysics Lambda into Portuguese in the same volume of the journal.
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  6.  23
    A recepção da Política de Aristóteles na Nova Espanha: Alonso de la Vera Cruz e o seu Speculum Coniugiorum.Alfredo Carlos Storck - 2019 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 64 (3):e35291.
    Este artigo está dividido em duas partes. Começo por oferecer algumas informações de fundo sobre as discussões e os debates que tiveram lugar na Europa no final da Idade Média e no início dos tempos modernos e que envolveram autoridades políticas e eclesiásticas. Não pretendo ser exaustivo nesta apresentação. Procuro apenas sugerir o contexto mais amplo das disputas entre o poder dos monarcas europeus e o da Igreja Católica durante os séculos XV, XVI e o início do século XVII. Na (...)
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  7. Aristóteles, Física I-II.Lucas Angioni - 2009 - Editora da Unicamp.
    Translation of Aristotle's Physics I-II into Portuguese, with commentaries. Tradução para o português dos livros I e II da Física de Aristóteles, com comentários.
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  8. Sobre o chamado "modelo das quatro causas" em Aristóteles.Rodolfo Lopes - 2016 - Prometeus: Filosofia em Revista 9 (21):129-142.
    O presente texto tem por simples objectivo o comentário sistemático ao capítulo 2 do Livro V da Metafísica de Aristóteles, onde o autor apresenta uma sistematização sobre o chamado modelo das quatro causas. Teremos também no horizonte de análise o famoso capítulo 3 do Livro I do mesmo tratado, onde Aristóteles inicia a crítica à tradição precedente justamente à luz deste modelo de causalidade. O objectivo é apenas comentar e esclarecer o texto original, cujas hesitantes formulações (...)
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  9. Rigor e Aquisição de Conhecimento Moral em Aristóteles.Mariane Oliveira & J. Alexandre Durry Guerzoni - 2015 - Prometheus 8 (18):149-161.
    No livro I da Ethica Eudemia, Aristóteles dedica um capítulo a considerações acerca de seu método. No entanto, analisando passagens de outros tratados do autor, é possível concluir que há algo comum que perpassa as diversas considerações acerca de seu método, a saber: que o ponto de partida de toda investigação é dado pelo que é mais cognoscível a nós, e todo o procedimento de investigação visa chegar ao que é mais cognoscível em si mesmo – o conhecimento (...)
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  10.  1
    Martin Heidegger e Aristóteles.Bento Silva Santos - 2024 - Sofia 13 (2):13247262-13247262.
    O objetivo do artigo consiste expor as intenções de Heidegger a partir da interpretação dos capítulos 1 e 2 do Livro I da _Metafísica_ de Aristóteles em seus elementos mais importantes. Tais intenções são explicitadas no chamado _Natorp-Bericht_ de 1922. Destacarei de modo particular a interpretação fenomenológica da σοφία aristotélica. Desse modo, Heidegger julga fundamentais não somente o sentido de que as virtudes dianoéticas (σοφία e φρόνησις) provenham da _iluminação_ do trato da vida fática com o _mundo do_ (...)
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  11. Os princí­pios de verdade no Livro IV da Metafí­sica de Aristóteles.Nazareno Eduardo de Almeida - 2008 - Princípios 15 (23):05-63.
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  12. O conceito de essência no livro VII da “Metafísica” de Aristóteles.Lucas Angioni - 1997 - Boletim Do CPA 3:113-122.
    Summary of my Master's Dissertation (published in the section meant for this).
     
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  13.  12
    I. Das Leben des Aristoteles.Christian August Brandis - 1862 - In Geschichte der Entwickelungen der Griechischen Philosophie Und Ihrer Nachwirkungen Im Römischen Reiche, 1. Hälfte, Geschichte der Entwickelungen der Griechischen Philosophie Und Ihrer Nachwirkungen Im Römischen Reiche. De Gruyter. pp. 388-404.
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  14. A Prioridade Ontológica das Substâncias Imóveis segundo o livro Lambda da Metafísica de Aristóteles.Meline Costa Souza - 2018 - Archai: Revista de Estudos Sobre as Origens Do Pensamento Ocidental 22:65-97.
  15.  17
    Um modelo de definição nos tratados naturais de aristóteles.Barbara Botter - 2009 - Manuscrito 32 (2):437-468.
    Aristóteles foi o primeiro pensador que articulou uma taxonomia do conheci-mento científico: os quatros livros dos Segundos Analíticos descrevem os critérios que uma disciplina qualquer deve respeitar e satisfazer para legitimamente receber a designação de ciência teorética. Mas Aristóteles é mesmo o criador das “ciências particulares”, ou seja, a biologia, a psicologia, a zoologia e, em geral, as ciências naturais. Trata-se de uma questão já clássica saber se o modo pelo qual Aristóteles desenvolve sua ciência dos animais (...)
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  16.  11
    Eudaimonia e o problema das ações virtuosas em Aristóteles.Thaís Cristina Alves Costa - 2014 - Griot : Revista de Filosofia 10 (2):164-172.
    A partir de uma análise crítica do conceito de eudaimonia aristotélica, almeja-se compreender qual é o fim aos quais todas as nossas ações tendem e como podemos alcançá-lo. Para isso, utilizar-se-á como fio condutor desta pesquisa a analise do livro I da obra Ética a Nicômaco de Aristóteles, delineando os elementos que permeiam o problema da ação virtuosa, tais como o conceito de virtude, felicidade e alma.
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  17. O livro Г da Metafí­sica de Aristóteles: Ontologia - a Ciência do Ser enquanto Ser.Susana Amaral Vieira - 1995 - Princípios 2 (3):155-165.
    o objetivo do presente artigo é o de apontar para o modo em que se realiza a ciência aristotélica do ser enquanto ser. Para isso é necessário esclarecer as noções de "analogia" e "substância", A autora nega a concepçáo realista da substância e pretende situar a questáo dentro do universo semântico e interpretativo da linguagem.
     
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  18.  24
    "Política" de Aristóteles y democracia I.Alfredo Cruz Prados - 1988 - Anuario Filosófico 21 (1):9-34.
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  19. “metafísica” De Aristóteles - Livro Xii.Lucas Angioni - 2005 - Cadernos de História E Filosofia da Ciéncia 15 (1).
    Translation of Aristotle's Metaphysics Lambda into Portuguese.
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  20.  15
    Análise sobre a concepção de vida nua: por uma política vital.Enock Da Silva Peixoto - 2020 - Investigação Filosófica 11 (1):93.
    O texto a seguir é uma análise sobre a concepção de _vida nua_ presente no livro _Homo Sacer, o poder soberano e a vida nua I_ do filósofo italiano Giorgio Agamben. Salientamos que o tema não se reduz a este livro sendo possível um entendimento mais preciso sobre o mesmo em obras posteriores, mas como se trata de um estudo introdutório, nos ateremos na obra supracitada conscientes de que o termo central “poder soberano e vida nua” não se (...)
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  21. Ciência e metafísica nos livros A e B da Metafísica de Aristóteles.Marcelo de Araújo - 1997 - O Que Nos Faz Pensar 2:123-134.
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  22.  96
    O de Anima de aristóteles E a concepção Das faculdades da Alma no kitáb al-nafs (livro da Alma, de Anima) de Ibn Sina (avicena).Jamil Ibrahim Iskandar - 2011 - Trans/Form/Ação 34 (3):41-49.
    Este artigo apresenta uma comparação conceitual entre a obra De anima, de Aristóteles, e a concepção das faculdades da alma no Kitáb al-Nafs – edição árabe – (Livro da Alma, De anima), de Ibn Sina (Avicena), com o intuito de mostrar similitudes e in#uências de Aristóteles sobre o pensamento de Ibn Sina, nessa temática. Destaca, ainda, como e a época em que o estagirita foi recebido em terras do Islã, indicando o seu primeiro receptor, o &lósofo Al-Kindi, (...)
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  23.  7
    Al-Kindi leitor da "teologia de Aristóteles".Arthur Klik - 2022 - Revista Ética E Filosofia Política 2 (24):178-201.
    Este artigo procura investigar um encontro bastante curioso de tradições. Neste caso em particular, sobre como uma paráfrase da obra de Plotino, de autoria atribuída a Aristóteles, poderia ter influenciado na elaboração de um esquema argumentativo que, aparentemente, visava utilizar a Herança grega recebida pelos árabes no século VI, em questões inerentes ao contexto de disputa intelectual do Islã nascente. Mais especificamente, nosso trabalho se aprofunda em algumas relações que se pode levantar entre a obra Teologia de Aristóteles, (...)
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  24.  23
    Sobre o regimen politicum no De Regimine Principum de Ptolomeu de Lucca.José Antônio Martins - 2017 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 62 (3):877-903.
    Ptolomeu de Lucca no De Regimine Principum apresenta uma nova maneira de conceber a ordenação política da cidade, a partir do referencial teórico da tradução latina da Política de Aristóteles. Ptolomeu apresenta novas práticas e ações para os indivíduos que constituem o corpo político da cidade. Há, pode-se supor, uma nova compreensão do contexto político do ponto de vista da estrutura institucional, mas também do ponto de vista dos indivíduos. A noção de regime politicum começa a ser (...)
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  25.  29
    A fundamentação metafísica Das leis em platão E suas implicações normativas para a política.Francisco Jozivan Guedes de Lima - 2013 - Cadernos Do Pet Filosofia 4 (7):43-52.
    O artigo objetiva investigar a fundamentação metafísica das leis em Platão e suas implicações normativas para a política, especialmente a partir do Livro I das Leis. A tese central é que a ideia de Bem constitui o fundamento e a instância reguladora das leis que têm pretensão normativa de universalidade e justiça para a vida pública.: The paper aims to investigate the metaphysical groundwork of the laws in Plato and its normative implications for the politics, especially from the (...)
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  26.  22
    RANCIÈRE, J. As margens da ficção. Tradução de Fernando Scheibe. São Paulo: Editora 34, 2021.Luiz Felipe Netto de Andrade E. Silva Sahd - 2023 - ARGUMENTOS - Revista de Filosofia 30:207-212.
    Publicado originalmente em 2017, As margens da ficção reúne textos criteriosamente selecionados e ordenados a dar ao livro uma unidade sólida construída em torno de um projeto central, ampliar o projeto iniciado por Jacques Rancière em A palavra muda. Ensaio sobre as contradições da literatura (1998) e A política da literatura (2007), de uma poética da ficção moderna. Como tal, constitui uma possível introdução ao conjunto maior da vertente estética de sua obra. A noção de poética é tomada (...)
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  27.  64
    El Comentario de Santo Tomás a la Política de Aristóteles: un análisis desde el Prooemium.Jorge Martínez Barrera - 2006 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (3):15-49.
    Os prólogos dos comentários de Tomás de Aquino às obras de Aristóteles são de suma importância, porque neles o autor apresenta o que se poderia denominar “o marco conceptual” do trabalho que está empreendendo. No caso do Comentário à Política, o conceito fundamental é o conceito de natureza. A afirmação de que existe uma “imitação da natureza” significa, para Tomás, muito mais do que representou para seus antecessores. PALAVRAS-CHAVE – Tomás de Aquino. Comentário. Política. Natureza. Imitação. ABSTRACT (...)
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  28.  12
    El Lugar de la politica dentro de la triparticion de la philosophia practica antes de la recepcion medieval de la politica de aristoteles.Francisco Bertelloni - 1998 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 43 (3):563-576.
    SÍNTESE - É de todos conhecida a influência exercida por Aristóteles no desenvolvimento do pensamento político medieval. Procura-se aqui fazer uma análise histórica, filológica e filosófica do momento anterior a 1265 - data da tradução da Política - para mostrar como aquele momento influenciou a maneira como a obra foi recebida no Ocidente.
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  29. Complementaridade entre uma ética das virtudes e dos princípios na teoria da justiça de Aristóteles.Denis Coitinho Silveira - 2007 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 52 (2):35-55.
    O objetivo deste artigo é analisar a teoria da justiça de Aristóteles elaborada na Ethica Nicomachea, Livro V, a partir de um certo deslocamento em relação à teoria das virtudes, que faz uso da escolha deliberada do agente, para utilizar-se de critérios mais objetivos baseados na igualdade, em que se encontram aspectos universalistas e procedimentais na constituição dos princípios de justiça na esfera pública, visando identificar uma complementaridade entre uma ética das virtudes e uma ética dos princípios na (...)
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  30. O conhecimento científico no livro I dos Segundos Analíticos de Aristóteles.Lucas Angioni - 2007 - Journal of Ancient Philosophy 1 (2):1-24.
    I examine Aristotle’s definition of scientific knowledge in Posterior Analytics 71b 9-12 and try to understand how it relates to the sophistical way of knowing and to "kata sumbebekos knowledge". I claim that scientific knowledge of p requires knowing p by its appropriate cause, and that this appropriate cause is a universal (katholou) in the restricted sense Aristotle proposes in 73b 26-27 ff., i.e., an attribute coextensive with the subject (an extensional feature) and predicated of the subject in itself (an (...)
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  31.  22
    O visível e a visão no Manuscrito 2399 atribuído a Pedro da Fonseca: nota de investigação sobre o capítulo VII do livro II do comentário ao ‘De Anima’ de Aristóteles.Maria da Conceição Camps - 2013 - Revista Filosófica de Coimbra 22 (44):387-396.
  32.  49
    Las pasiones y las palabras: Sobre la teoría política de Aristóteles.José Pablo Martín - 2014 - Circe de Clásicos y Modernos 18 (1):39-55.
    Como en la psicología del individuo, en la pólis se encuentran dos principios contrapuestos, las pasiones y la ley. En los animales gregarios existe también el factor político que lleva a trabajar a muchos por un fin común. Pero en el hombre hay una diferencia en su actividad política, es decir, la ley que proviene de la razón y que no se puede expresar sin palabras. Por ello Aristóteles, a diferencia de Platón, otorga una función constructiva a los (...)
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  33. As quatro causas na filosofia da natureza de Aristóteles.Lucas Angioni - 2011 - Anais de Filosofia Clássica 10:1-19.
    I have two aims in this paper. First, I argue that, in Aristotle’s theory of the four causes, there is a basic and common feature by which all causes are causes: they all work in a triadic framework in which they explain why a given attribute holds of a given underlying thing. Secondly, I argue against a version of “compatibilism” according to which each kind of cause is complete in its own domain and does not compete with any other kind. (...)
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  34.  18
    A Política da Linguagem Em Rousseau.Mauro Dela Bandera - 2019 - Prometeus: Filosofia em Revista 11 (30).
    O Ensaio sobre a origem das línguas expõe o momento em que as línguas se enfraquecem, abrindo caminho para o cortejo da violência. O livro apresenta o lugar do discurso nos tempos antigos em oposição ao seu não-lugar nos tempos modernos, ou seja, a mudança do lugar da eloquência na antiguidade para a idade moderna. Aos olhos de Rousseau, as línguas – assim como os homens – estão profundamente atreladas ao tempo e, por conseguinte, em constantes transformações. Elas seguem (...)
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  35. Direitos naturais e contratualismo em Locke.Marta Nunes da Costa & Jaimir Conte - 2015 - In Itamar Luís Gelain, Uma introdução à filosofia do direito.
    Capítulo de livro publicado em "Uma introdução à filosofia do direito" Itamar Luís Gelain (Org.) .- Ijuí: Ed. Unijuí, 2015. - 368 p. - (Coleção direito, política e cidadania; 37). . ISBN 978-85-419-0 I 75-8.
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  36.  41
    A apropriação de Aristóteles por John Dewey.Rita de Cássia Pimenta de Araújo & Marcus Vinicíus da Cunha - 2011 - Educação E Filosofia 25 (49):43-70.
    Este artigo analisa as relações entre as filosofias de John Dewey e Aristóteles, tomando como objeto de estudo o livro Logic: the theory of inquiry. Nesse livro, publicado em 1938, Dewey conclui suas reflexões sobre a teoria lógica apresentadas principalmente em Como pensamos, obra que mostra a relevância desse tema para a educação. A primeira parte do artigo é composta por um breve histórico da lógica, desde Aristóteles até o início do século XX; as duas partes (...)
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  37.  23
    Notas preliminares sobre o conceito de justiça no Livro I da República de Platão.Fernando Dala Santa - 2021 - Griot : Revista de Filosofia 21 (1):433-445.
    This article aims to analyze the discussion of justice in Book I of Plato's Republic. At first, it should be noted that the way Book I is built makes it very close to the Platonic dialogues of the youth, the controversy remaining in relation to its writing as an independent text or preface deliberately elaborated. In Book I Plato maps the common meanings of justice and deconstructs them in an intellectual path that responds to the traditional notions of morality and (...)
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  38. Aristóteles E A Dignidade Da Política.Luizir de Oliveira - 2000 - Xxxxxxx 2.
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  39.  35
    Aristóteles e a Possibilidade da Mudança de Caráter.João Hobuss - 2013 - Dois Pontos 10 (2).
    No livro dois da Ética Nicomaqueia, Aristóteles afirma com clareza que a prática reiterada de ações virtuosas leva à constituição de uma determinada disposição de caráter, ou seja, o hábito funcionaria como uma segunda natureza, em função da fixidez e estabilidade da disposição por ele constituída, o que aparentemente impediria qualquer modificação no que concerne ao caráter. O problema é que várias passagens do Corpus Aristotelicum parecem contradizer esta asserção, permitindo uma leitura diferente daquela que sugeriria a ideia (...)
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  40.  27
    Virtud política y método histórico rupturista en Francisco Suárez.Giannina Burlando - 2015 - Veritas: Revista de Filosofía y Teología 32 (32):59-78.
    Este estudio se propone destacar los resultados ofrecidos en la edición crítica y traducción portuguesa del libro De Legibus Uvm I Da Ley em Geral de F. Suárez, a cargo del mancomunado esfuerzo de investigadores lusos contemporáneos, quienes examinaron esa Obra de jurisprudencia nacida de las lecciones que F. Suárez diera desde 1601-3 y que plasmara en la edición original del tratado de Coimbra en 1612. Subrayo aspectos de la doctrina política que dejarán al descubierto un Suárez plura novavit, (...)
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  41.  16
    La crítica de Aristóteles al automovimiento del alma en DA I.Liliana Carolina Sánchez Castro - 2024 - Tópicos: Revista de Filosofía 69:11-29.
    Este artículo examina la posición de Aristóteles frente a la teoría del alma como entidad automotriz a la luz de una concepción menos negativa de la discusión de Aristóteles con sus predecesores. Para ello, exploro la hipótesis de que Aristóteles está produciendo los conceptos necesarios para su propia investigación a través de una crítica de la tesis de Platón. Muestro que, más que a una crítica, a lo que asistimos es a un proceso de apropiación conceptual en (...)
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  42. O Devido como Garantidor da Excelência: Análises a partir do Livro V da Ethica Nicomachea.Felipe Alves da Silva - 2016 - Clareira: Revista de Filosofia da Região Amazônica 3 (1):56-86.
    O presente trabalho tem por finalidade analisar, a partir do livro V da obra Ethica Nicomachea, se a justiça poderia ser tomada como um meio que irá auxiliar os cidadãos a desenvolver plenamente as suas virtudes. Buscar-se-á fundamentar que é através da justiça que os bons cidadãos seriam formados, bem como o bom caráter seria cultivado. Analisar-se-á, também, ainda que minimamente, o que Aristóteles entende de fato por justiça, de que o justo seria dar a cada um o (...)
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  43.  40
    I. Das Einzelne und das Allgemeine bei Aristoteles.Paul Helms - 1924 - Archiv für Geschichte der Philosophie 36 (1-2):3-7.
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  44.  16
    Estructura del argumento de Política I de Aristóteles: descripción, definición y explicación.Manuel Berrón - 2023 - Cuadernos Filosóficos / Segunda Época 20.
    La discusión actual sobre el método expositivo de Aristóteles en el área de la filosofía práctica ha perseguido revertir el otrora predominante paradigma exegético que encontraba como único camino de investigación a diversas formas de la dialéctica (Owen, Aubenque, Barnes). Tal paradigma ha sido sometido a una revisión crítica y se ha invocado alternativamente el uso del “método de los _Analíticos_” en las obras éticas (Natali, Karbowski). Nuestra lectura de _Política_ I asume esta nueva línea interpretativa, pero pretende ir (...)
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  45.  34
    The Aristotelian theory of regimes and the problem of kingship in Politics III.Richard Romeiro Oliveira - 2019 - Trans/Form/Ação 42 (2):31-58.
    : The main purpose of this paper is to understand the complex and many-sided nature of the theory of regimes elaborated by Aristotle in Politics III. We identify the main philosophical and conceptual elements that make it possible for the philosopher to accomplish a vigorous defense of the thesis that kingship can be considered, under certain political circumstances, the best form of government. Resumo: A proposta principal do presente artigo é compreender o caráter complexo e multifacetado da teoria dos regimes (...)
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  46.  26
    A Teoria da Escravidão Natural de Aristóteles a Francisco de Vitória.João Pinheiro da Silva - 2019 - Revista Portuguesa de Filosofia 75 (3):1785-1800.
    The aim of this essay is to analyze the treatment of the theory of natural slavery in Francisco de Vitoria’s thought through his reception of Aquino’s treatise on justice and the Aristotelian theory of natural slavery as described in book I of Politics. In order to understand how Vitoria distances himself from Aquinas, by considering the ius gentium as a positive right, I analyze Victoria’s comments on the Summa Theologica. Finally, I consider Question 1 of the relectio De Indis, where (...)
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  47.  15
    Como devemos viver? Duas formulações do tema a partir do livro I da “República”.Olímpio Pimenta - 2019 - Kriterion: Journal of Philosophy 60 (144):651-669.
    Tendo o Livro I da “República” de Platão como seu horizonte de referência, este artigo pretende, enquanto apresenta sumariamente as posições defendidas por Sócrates e Trasímaco sobre a justiça, examinar suas principais implicações para nós, no sentido de estabelecer algumas pistas sobre como responder à pergunta feita em seu título, a saber, “como devemos viver?”.
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  48.  14
    Conhecimento e política.Roberto Mangabeira Unger - 2022 - [São Paulo, Brazil]: LeYa. Edited by Edyla Mangabeira Unger.
    Fazer filosofia, para Roberto Mangabeira Unger, é pensar radicalmente. É insistir em tratar dos assuntos mais importantes, ainda que tenhamos de fazê-lo na fronteira do que seja possível pensar e dizer. Resignado ao colonialismo mental, o pensamento brasileiro não está acostumado a tal ousadia. Neste primeiro livro, Mangabeira leva o leitor pela mão e se oferece como guia de seu despertar para a ambição de compreender o mundo das ideias mais básicas e influentes. Seu alvo é rever tudo em (...)
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  49.  84
    Sobre a questão duma ciência preeminente unitária na metafísica de aristóteles – O panorama exegético contemporâneo E um esboço de interpretação.Guilherme da Costa Cecílio - 2014 - Synesis 6 (1):110-127.
    Uma das questões mais fundamentais para quem se ocupa com a Metafísica de Aristóteles é saber se a ciência mais elevada a que se faz alusão na obra constitui uma única ciência ou se o livro contém possivelmente diferentes projetos de ciência preeminente. Neste trabalho, analisamos brevemente as posições dos mais relevantes intérpretes acerca do tema, dedicando especial atenção aos autores unitaristas. Por fim, apresentamos um esboço de nossa própria posição, que apesar de defender a existência duma ciência (...)
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  50.  59
    O tema da raiva na retórica e na ética de Aristóteles.Christopher Rowe - 2012 - Archai: Revista de Estudos Sobre as Origens Do Pensamento Ocidental 9:11-16.
    Em breve “diálogo” com dois textos do Prof. John Cooper, este artigo trata um aspecto particular da relação entre os tratamentos da “alma”, principalmente, no Livro IV da República de Platão; e por Aristóteles no De anima, na Retórica e nos tratados éticos. Para Platão, a alma humana representa a combinação de três elementos, partes ou fatores - logistikon, thumoeides, epithumêtikon -, comparáveis a um homem, um leão e um monstro e respectivamente associados a ações causadas pela razão, (...)
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