Results for 'classificação dos signos'

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  1. Visualizando Signos.Priscila Farias & Joao Queiroz - 2017 - Sao Paulo: Blucher.
    Os signos e as classes dos signos estão entre os tópicos mais importantes do sistema filosófico de Charles S. Peirce. As 10, 28, e 66 classes de signos são classificações desenvolvidas especialmente a partir de 1903 e representam um grande refinamento da divisão fundamental de signos – ícone, índice, símbolo. Nossa abordagem aqui define uma estratégia de visualização das classificações dos signos, com especial atenção para as 10 e 66 classes de signos. O livro (...)
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  2.  9
    Graphic instinct: the account of graphic instinct: the account of rhetorical action and its instinctive roots in Peirce’s classification of practical sciences.Alessandro Topa - 2020 - Cognitio 21 (1):132-151.
    Em um artigo intimamente relacionado a este, mostramos que o estudo mais maduro de Peirce sobre a retórica especulativa, em Ideas, Stray or Stolen, about Scientific Writing, nos convida a refletir e apreender o fenômeno da retórica em sua totalidade. Seguindo pistas aristotélicas, Peirce – implicitamente – diferencia três aspectos categoriais da ação retórica, diferenciando entre sua potencialidade [δύναμις] e perfeição [ἐντελέχεια] como uma faculdade instintiva de tornar signos eficazes em uma utópica arte universal, sua atualidade como um discurso (...)
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  3.  15
    teoria topológica da significação de René Thom e semiótica.Arthur Araujo - 2024 - Cognitio 25 (1):e65590.
    Este artigo representa uma segunda etapa da minha pesquisa sobre o trabalho do matemático francês René Thom. Foco principalmente em dois artigos da teoria dos signos de Thom: Do ícone ao símbolo (De l’icône au symbole), 1973 e O Espaço e os signos (L’espace et les signes), 1980b. Neste artigo, explorando a concepção topológica de significação de Thom, exponho sua ideia de que todas as formas de semiose (como processos de significado) desenvolvem uma forma espacial. É a partir (...)
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  4.  12
    Teoria dos signos de Peirce.Maria de Lourdes Bacha - 2007 - Cognitio 8 (2):360-363.
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  5.  17
    A classificação dos animais segundo Aristóteles: recorte histórico e inserção didática.Miceia de Paula Rodrigues & Juliana Mesquita Hidalgo - 2022 - Filosofia E História da Biologia 17 (2):195-218.
    O objetivo deste artigo é contribuir para a interface História da Biologia - Educação Científica. Apresenta uma síntese de aspectos da classificação dos animais proposta por Aristóteles (384-322 a.C.): uma visão geral do tipo de pesquisa que ele realizou, seus critérios, categorias de classificação e interpretações relacionadas a concepções de mundo específicas. Em livros didáticos de Ciências, a classificação dos seres vivos de Aristóteles costuma ser pouco mencionada, de modo que há uma apresentação de cunho memorístico restrita (...)
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  6.  35
    Hume: Da teoria dos signos à gramática geral.Pedro Paulo Pimenta - 2017 - Prometeus: Filosofia em Revista 10 (23).
    Trata-se de examinar as relações entre pensamento e linguagem em Hume, de modo a situar a importância da gramática geral no quadro das ciências da natureza humana delineado no Tratado. Se Hume não tem uma filosofia da linguagem, é certo que ele delineia uma teoria dos signos, cuja reconstituição ilumina também as relações entre gramática, lógica e crítica.
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  7.  44
    De Magistro: dos signos à transcendência (De magistro: from signs to transcendence).Hugo Langone - 2012 - Horizonte 10 (25):268-277.
    No De libero arbitrio , a fim de provar que Deus existe, santo Agostinho recorre à demonstração da existência de elementos inteligíveis que são universais, imutáveis e superiores a alma. No entanto, o famoso e longo processo de ascensão encontra ainda outras veredas, e no De magistro o futuro bispo de Hipona chega às realidades metafísicas (e, assim, ao próprio Deus) através da análise da linguagem verbal e da comunicação. Partindo das considerações tecidas no próprio tratado, escrito em 389, este (...)
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  8.  28
    A produção dos signos numa estrutura social antagônica.Silveira Lauro Frederico Barbosa da - 1980 - Trans/Form/Ação 3:81-90.
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  9.  13
    A Classificação dos projetos e teorias da verdade e o lugar da teoria da correspondência e do pragmatismo.Eduardo Simões - 2019 - Perspectivas 2 (2):19-38.
    A proposta geral do presente artigo é a de verificar os vários projetos da verdade, nos quais se inserem as teorias da verdade, a fim de se estabelecer uma apresentação panorâmica dos mesmos. Entretanto, seu objetivo principal é o de chamar a atenção para o tema “teorias da verdade”, e para o problema intrínseco a elas, que é o da falta de unanimidade de respostas à pergunta “o que é a verdade”? Para tal, propôs-se uma apresentação panorâmica de tais teorias, (...)
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  10.  42
    O caráter dialógico e social do signo e do pensamento em Peirce.Lauro Frederico Barbosa da Silveira - 1988 - Trans/Form/Ação 11:23-29.
    The semiotic character of all thought requires this phenomenon to be intrinsically dialogic, because a mediation interferes in the own thought production. All thought is equally social because sign is the product of tradition and determines a program of conduct to the future, which has by ultimate subject the totality of minds in the end of history.O caráter semiótico de todo pensamento exige que tal fenômeno seja intrinsecamente dialógico, pois uma mediação interfere na própria produção do pensamento. Todo pensamento é (...)
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  11.  21
    Significante versus inconsciente, contra-dicções: Ou, antes do signo, a o-posição; no início, a imagem.Manuel Moreira da Silva - 2020 - Revista Natureza Humana 22 (1):15.
    Este trabalho discute a proposição lacaniana segundo a qual “o inconsciente é estruturado como uma linguagem” e sua fundamentação a partir da Antropologia de Lévi-Strauss. Em vista disso, discute o estatuto do significante como ser concreto e como representação vazia ou indeterminada, destituída de conteúdo ou significado e o da imagem fundante do mesmo, a qual se impõe como seu pressuposto essencial. Enfim, considera os limites e as contradições do significante para a tematização e a compreensão do inconsciente.
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  12. Sobre a Forma do Signo e da Semiose.João Queiroz & Charbel Niño El-Hani - 2010 - Cognitio 11 (1):122-138.
    Como representar, por intermédio de modelo geométrico, diagramático, gráfico ou topológico, o signo e a semiose é uma questão cujo tratamento recorrente, por especialistas na obra de C.S. Peirce, sugere a medida de sua importância. Nossos propósitos aqui são: (i) definir signo e semiose, (ii) definir sumariamente “modelo”, (iii) apresentar diversos modelos da semiose, (iv) relacionar os modelos com algumas constrições derivadas da teoria das categorias de Peirce, e, finalmente, (v) apresentar um modelo baseado no “estruturalismo hierárquico” de S. Salthe. (...)
     
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  13.  23
    O Problema da Classificação dos Bens na República de Platão.Luiz Maurício Bentim da Rocha Menezes - 2020 - Journal of Ancient Philosophy 14 (2):99-129.
    Plato’s division of goods performed by Glaucon in the Republic involves three kinds of goods: the first kind would be desirable for their own sake; the second, desirable in themselves and in their consequences, and the third kind, only desirable in their consequences. The problem to understand it is thus presented: in which of these kinds is justice observed, and which one provides happiness to men. According to Socrates, justice should be placed on the second kind of good if men (...)
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  14.  1
    Signos coletivos e generalidade na tricotomia do objeto din'mico na semiótica de Charles S. Peirce.Priscila Borges & Juliana Rocha Franco - 2025 - Cognitio 26 (1):e70048.
    Para Peirce, a generalidade tem um caráter distributivo, isto é, o caráter de uma lei que pode ser aplicada a qualquer coisa que possa existir numa classe, sem afirmar se há alguma coisa ou qual é essa coisa, mas fornecendo uma descrição de como os individuais dessa classe devem ser selecionados (EP 2:284, 1903). Rodrigues (2017) afirma que Peirce não considera que a generalidade expressa nos quantificadores universais tenha o caráter coletivo, no sentido de significar um determinado grupo singular, uma (...)
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  15.  94
    O estatuto temporal e social do signo.Ricardo Gião Bortolotti - 1999 - Trans/Form/Ação 21 (1):165-179.
    Este trabalho tem como objetivo mostrar como o processo de conhecimento traduz-se numa estrutura triádica, cuja característica não pode prescindir da temporalidade e de seu aspecto social. De outra forma, conforme o dualismo subjacente nas teorias tradicionais, a esfera do conhecimento tornar-se-ia limitada pela inevitabilidade do recurso à coisa-em-si.
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  16. Diagramas Interativos para as Classificações dos Signos de Charles S. Peirce.Priscila Farias & João Queiroz - 2003 - Cognitio 4 (2):33-45.
    This article presents the first results of a research on visual models for the classifications of semiotic processes. The main issue discussed is how a graphic design methodology, associated with computer graphics resources, may contribute to the construction of interactive models, that can be used as tools for the investigation of C. S. Peirce theory of signs. Two models are presented: the first is an interactive 3-D model of Peirce's 3-trichotomic classification; the second is a computer program that builds diagrams (...)
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  17.  18
    Da indiferenciaçao do dizer ao autómaton da fala: Os Limites da Linguagem em Wittgenstein.Carlos Henrique Do Carmo Silva - 1989 - Revista Portuguesa de Filosofia 45 (2):247 - 284.
    O presente estudo constitui um ensaio crítico de reflexão sobre a questão dos limites da linguagem em Wittgenstein. A perspectiva deste estudo observa, numa primeira parte, o próprio procedimento do método wittgen-steiniano e segue um modelo de discurso plural, a partir de várias perspectivas que, não só permitem desconstruir a aparente unidade da razão, como indagar interiormente do próprio limite da análise wittgensteiniana. Retomando a caracterização da linguagem e do pensamento nos seus traços fundamentais, desde o "Tractatus" até às "Investigações (...)
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  18.  15
    Arcana imperii da telemática em face da crise do signo.Fabián Ludueña Romandini & Evandro Pontel - 2021 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 66 (1):e40256.
    Entrevista com o Prof. Dr. Fabián Ludueña Romandini, a partir da Conferência proferida durante o Congresso Internacional Biopolíticas no Século XXI.
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  19.  43
    O signo: lugar de encontro da Semiótica e da Filosofía Analítica. Diferenzas e consecuencias dos modelos de análise diádico e triádico do signo.Mª Uxía Rivas Monroy - 2020 - Agora 39 (1).
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  20.  7
    Adersan: o dendê na Bahia e no 'mbito sagrado do Candomblé.Pablo Luís dos Santos Portela & Ana Beatriz Simon Factum - 2024 - Odeere 9 (2):131-151.
    O dendê, símbolo peculiar e relevante da culinária nacional, tem sido objeto de investigação em diferentes vertentes, e neste trabalho será abordado pelo campo da visualidade e da cultura baiana. Buscou-se evidenciar o histórico do dendê, a tipologia e a classificação da estrutura formal, bem como a sua validação na religião de matriz africana do Candomblé. Nesse sentido, observa-se a existência do dendê na cultura material e imaterial das pessoas, sobretudo da população baiana, que interage nos modos de viver, (...)
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  21.  25
    Artificialidade e insuficiência da classificação de Kant quanto aos argumentos teístas.Luís Eduardo Ramos de Souza & Arthur Henrique Soares dos Santos - 2024 - Aufklärung 11 (1):83-98.
    In the Transcendental Dialectic of the Critique of Pure Reason (1787), Kant argues for the impossibility of theistic arguments, namely the ontological, cosmological, and physico-theological arguments. However, his objection relies on his classification of theistic arguments, which has been criticized by analytical philosophers of religion such as Plantinga (2012) and Swinburne (2019). Therefore, this paper aims to critically investigate two problems related to this classification: the systematic criteria of its classification and the historical sufficiency of its three theistic proofs. Regarding (...)
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  22.  32
    Especificidades e usos da noção de signo em Arqueologia do Saber.Erenildo João Carlos - 2021 - Educação E Filosofia 35 (74):617-642.
    Especificidades e usos da noção de signo em A Arqueologia do Saber Resumo: O reconhecimento da noção do signo em diferentes domínios do saber com significados, sentidos e usos diversos sinaliza sua relevância estruturante e operante nos processos de produção do conhecimento, da comunicação e da sociabilidade humana. Considerando esse fato, o presente ensaio objetivou identificar e localizar as formas de aparecimento da noção de signo em A Arqueologia do Saber (2008), a fim de analisar e sistematizar seu status na (...)
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  23.  33
    O caso dos judeus laicos: a complexidade das identidades étnicas e religiosas nas classificações censitárias (The Jewish Laic: the complexity of the ethnic and religious identities in the census classifications) - DOI: 10.5752/P.2175-5841.2013v11n32p1525. [REVIEW]Denise dos Santos Rodrigues - 2013 - Horizonte 11 (32):1525-1550.
    Este artigo avalia o impacto das transformações da contemporaneidade em religiões tradicionais como o judaísmo, cujos membros podem assumir uma faceta secular, interferindo no monitoramento de sua presença num território. A restrição da classificação censitária de certos grupos étnicos unicamente ao quesito religião pode confundir a interpretação das oscilações de certos grupos, uma vez que pode camuflar sua real representatividade numérica. Lembramos que um membro de um grupo étnico pode sentir-se livre para assumir uma identidade religiosa diferente de sua (...)
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  24.  26
    Proposições em aula-sonho pela educação da diferença // Dream classroom Propositions for the Education of Difference.Sandra Mara Corazza & Marina dos Reis - 2020 - Conjectura: Filosofia E Educação 25:020032.
    Tão aberto como um sonho, este artigo de teor ensaístico aborda alguns estudos em filosofia e psicologia que tratam sobre a interpretação e a função social do sonho, aproximando escrita e educação. Essa educação sensível torna-se crítica e artística ao lidar com evocações de imagens e sensações do inconsciente individual e do coletivo. Pelo diapasão da Filosofia da Diferença, traçamos proposições a pensar pelo ritmo do sonho, sentir suas ressonâncias sociais e para a elaboração da escrita em educação. Aulas-sonho, sonhografias (...)
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  25.  3
    Resenha.Leys Eduardo dos Santos Soares, Rodrigo Wanderley de Sousa-Cruz & José Everaldo dos Santos Neto - 2024 - Cognitio 25 (1):e67349.
    Em sua obra Semiótica dos Jogos Infantis, Pierre Normando Gomes-da-Silva situa o movimento humano e, por conseguinte, a Educação Física, no campo da linguagem, especificamente das semióticas (francesa, americana e russa). Apresenta um arcabouço teórico e desenhos de análise semiótica que permitem visualizar e acompanhar a produção de sentido ou a semiose que transcorre em diferentes jogos infantis. O sujeito da aprendizagem foi tomado como configuração sígnica das experiências vividas, denominando-as corporeidades. O movimento como signo motor é descrito como ocorrências (...)
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  26.  20
    O Riso Grotesco e o Riso de Charivari Na Sociedade Humorística: A Paródia Social No Filme “Coringa”.Aline Brasiliense dos Santos Brito - 2019 - REVISTA APOENA - Periódico dos Discentes de Filosofia da UFPA 1 (2):57.
    Este artigo tem como objetivo apresentar uma análise do riso no filme Coringa (Todd Phillips, 2019) enquanto paródia de elementos constituintes da sociedade atual, a qual incorpora uma sociedade humorística nos termos de Gilles Lipovetsky (2014) e onde os fenômenos do riso grotesco e dos Charivaris marcam presença sob formas reinventadas. Coringa apresenta diversos pontos de reflexão, dentre os quais, destacaremos o contexto social, onde a “leveza do humor” e o vínculo entre riso e violência prevalece. A atmosfera do humor (...)
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  27.  30
    Schopenhauer em Signos: maquinismo e livre-arbítrio no magnetismo do amor.Roberto da França Neves - 2021 - Voluntas: Revista Internacional de Filosofia 11 (3):189-206.
    A publicação de Signos (1897), de Nestor Victor, é um marco na expansão conceitual do Simbolismo no Brasil e nas reflexões acerca dos problemas da civilização no fim de século. Verifica-se nos seus contos a presença do heterodiscurso, sendo fundamental a voz de Arthur Schopenhauer, tendo como referência a sua obra Metafísica do Amor. Por outro lado, o narrador desenvolverá uma voz que se oporá ao maquinismo do amor, a essa determinação dos sentimentos pelo dever biológico. No universo de (...)
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  28.  19
    (1 other version)A alma humana como hoc aliquid e como subst'ncia em Tomás de Aquino.Pedro Thyago Dos Santos Ferreira - 2021 - Dois Pontos 18 (1).
    Tomás de Aquino define a alma humana de maneira semelhante a Aristóteles: ela é a forma substancial do corpo humano potencialmente vivo. Todavia, um dos problemas da psicologia tomista consiste, de acordo com D. Abel, em classificar a alma humana por meio de termos comumente utilizados para nomear os compostos hilemórficos, a saber, substância e hoc aliquid. Se a alma humana é parte de um composto, como poderia ser chamada de substância e de hoc aliquid? O objetivo deste artigo consiste (...)
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  29. (1 other version)Sob o signo da juventude: Pensar a educação eo ensino de filosofia a partir da figura do bárbaro.Wigvan Pereira - 2010 - Revista Inquietude 1 (1):110-131.
    A pergunta “o que se pode esperar da educação?”, se não é tão fácil respondê-la, é porque a própria noção de educação não é clara para todos e ainda nos é apresentada atrelada às noções de autonomia, cidadania e moral, o que faz parecer que educados são os “bons moços”, aqueles que não questionam e que aprenderam a língua falada nas sociedades civilizadas: a mudez, a cegueira e a surdez voluntárias – a indiferença! Neste trabalho pretendemos, a partir de um (...)
     
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  30.  13
    Religião e Cultura Periféricas: A Representação Do Islamismo Na Classificação Decimal de Dewey.Marcos Luiz Cavalcanti de Miranda & Fabio Gomes da Silva - 2019 - Logeion Filosofia da Informação 5 (2):86-120.
    Analisa a representação de informações referentes à identidade e a religião islâmica no esquema de classificação bibli-ográfica mais utilizado do mundo. Investiga a existência de desvios na representação de assuntos referentes a culturas não alinhadas à cultura ocidental na 23ª edição da Classificação Decimal de Dewey (CDD23). Conceitua Organização do Conhecimento em sentido restrito como organização das informações em registros bibliográficos e, em sentido amplo, como a organização social do trabalho mental. Define Sistemas de Organização do Conhecimento, enquanto (...)
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  31.  16
    O itinerário concupiscente do desejo: signos perversos em Pierrô da caverna, de Rubem Fonseca.Frederico de Lima Silva & Hermano de França Rodrigues - 2023 - Revista Guairacá de Filosofia 39 (2).
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  32.  7
    Notas Sobre o Conceito de Imagem Do Pensamento de Deleuze Em Proust e Os Signos.Bernardete Oliveira Marantes - 2011 - Kínesis - Revista de Estudos Dos Pós-Graduandos Em Filosofia 3 (6):107-122.
    Este texto examina o conceito criado por Gilles Deleuze, a imagem do pensamento, em sua obra Proust e os signos. A obra literária de Marcel Proust, À la recherche du temps perdu, foi um farol que iluminou o pensamento deleuziano; e além da Recherche inaugurar uma profícua relação entre Deleuze e as artes, ou ainda, entre Deleuze e o fora (da filosofia), ela foi uma das grandes fontes de inspiração na grande obra imediatamente posterior de Deleuze, a Diferença e (...)
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  33.  64
    José Barbosa de Sá's idea of nature, with special reference to plants.Rafael Dias da Silva Campos & Christian Fausto Moraes Dos Santos - 2015 - Scientiae Studia 13 (3):519-545.
    RESUMOEste artigo visa discutir elementos filosóficos presentes na obra de José Barbosa de Sá. Buscamos analisar o sistema de classificação botânica do autor, observando a relação com a construção de analogias e similitudes, avaliando em que medida tais ideias se coadunavam com concepções religiosas. Procuramos ainda discutir o conhecido debate sobre a reprodução vegetal no século XVIII, analisando concepções não acadêmicas. ABSTRACTThis article aims to discuss philosophical elements of the work of José Barbosa de Sá. We seek to analyze (...)
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  34.  26
    Factores de riesgo y bienestar psicológico en personas mayores institucionalizadas.Tatiane Poiani Mango, Márcia Helena Archilha Rani, Maria Goretti Alves Moreira, Lilian Cláudia Ulian Junqueira & Janaína Luiza dos Santos - 2024 - Prometeica - Revista De Filosofía Y Ciencias 30:325-341.
    En nuestros días con el aumento de la longevidad, es importante una discusión sobre la calidad de vida y la salud mental de las personas mayores. Más que eso, se abren nuevos caminos para comprender las soluciones que la sociedad presenta con el tema longevidad, como la creación de entidades de larga permanencia. Así ocurre el inicio de la categorización de las personas mayores institucionalizadas. Objetivo: este estudio tiene como objetivo comprender cómo la literatura científica presenta la salud mental de (...)
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  35.  22
    Sob O signo da república: Notas sobre O estatuto do sistema de conselhos no pensamento de Hannah Arendt.Carmelita Felício - 2006 - Philósophos - Revista de Filosofia 11 (1):31-48.
    One of the possible interpretations for the esteem Arendt had for the res publica makes us think of a form of government which is potentially capable of stimulate citizens to the exercise of public liberty. This form of government, based on a system of councils, constitutes, according to Arendt, the “real” republic which, although born from inside one of the branches of the revolutionary tradition, was destroyed by the State bureaucracy as well as by party apparatuses. The point in this (...)
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  36.  89
    A contribuição brasileira de Alcindo Flores Cabral à classificação periódica dos elementos.Juergen Heinrich Maar & Eder João Lenardão - 2012 - Scientiae Studia 10 (4):773-798.
    Este artigo apresenta a contribuição de Alcindo Flores Cabral (1907-1982) - professor de química da Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel, hoje incorporada à Universidade Federal de Pelotas - ao ensino de química, uma contribuição quase desconhecida pela própria comunidade química brasileira, embora reconhecida como relevante por diversos químicos estrangeiros importantes, como W. Hückel, G. Charlot, F. Strong, E. Fessenden e outros. A inovadora representação helicoidal de Cabral é apresentada não só em conexão com representações contemporâneas, mas também inclui-se uma incursão (...)
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  37.  10
    O pensamento português sob o signo do pensamento moderno: referências emblemáticas.Afonso Rocha - 2022 - Porto, Portugal: Universidade Católica Editora.
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  38.  4
    Relações Semióticas Na Filosofia Peirceana: Fenômeno, Signo e Cognição.Thien Spinelli Ferraz - 2009 - Kínesis - Revista de Estudos Dos Pós-Graduandos Em Filosofia 1 (1):186-198.
    Neste artigo buscaremos compreender como a filosofia desenvolvida por C. S. Peirce (1838-1914) concebe relações entre noções como fenômeno, signo e cognição. Inicialmente, discutiremos a Fenomenologia peirceana como o campo de experiência e conhecimento pelo qual o pensamento filosófico se inicia. Então, procuraremos compreender as correlações fenomenológicas entre qualidade, relação e mediação. Posteriormente, veremos como Peirce concebe a natureza das instâncias semióticas constituintes do signo e de sua ação (a semiose) na experiência. Por fim, considerando a interdependência entre fenomenologia e (...)
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  39.  18
    Entendimento de Justiça Social Como Emergência da Desordem Informacional e Como a Atualização Ininterrupta Deste Entendimento Impregna Os Signos.Suely Figueiredo - 2023 - Logeion Filosofia da Informação 10:481-494.
    Tendo em vista que a cognição humana é sistemicamente orientada para configurações que favoreçam uma ordem social de maior adaptabilidade e resistência à degenerescência - orientações essas filosoficamente resumidas na busca pelo certo, harmonioso e justo - podemos inferir que a emergência da justiça social se dá continuamente a partir da desordem informacional, ou seja, da ressignificação simbólica que caracteriza a construção e desconstrução dos signos linguísticos. Dada a compreensão de que os conceitos simbólicos estão em constante elaboração, e (...)
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  40. Convertibilidad de signos Y significados. La “representación figurada” de la historia en Vico.Stephan Otto - 2001 - Cuadernos Sobre Vico 13 (14):195-203.
    Este trabajo trata de mostrar cómo sobre la base de una filosofía del ingenio, Vico se dispone a delinear una representación figurada fundamentándose sobre una "convertibilidad" de los signos y de sus significados así como de los "conjuntos" de signos y su representación figurativa. La denominada "semiótica" viquiana se transforma a sí misma en una "sematología" de la "representación histórica".This paper intends to show how Vico sets himself to shape a figurative representation on the basis of the philosophy (...)
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  41.  20
    Ficção Como Signo-Cesta.Lethícia Pinheiro Angelim - 2023 - Cognitio 24 (1):e61888.
    O experimento mental como recurso filosófico não é raro ou mesmo recente – podemos pensar no gato de Schrödinger ou na alegoria platônica da caverna. Porém, é incomum que textos ancorados na Filosofia se proponham a analisar objetos ou debater propostas da literatura de ficção, e em especial, da ficção científica. Apressadamente tomada, a relação levantaria um descompasso entre a preocupação filosófica com realidade e verdade e a libertária licença poética da ficção. É como se imaginação filosófica e imaginação criativa (...)
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  42.  18
    Representação Do Conhecimento Como Ato Ideológico.Aline Elis Arboit - 2017 - Logeion Filosofia da Informação 4 (1):154-166.
    Reflete sobre a representação do conhecimento como atividade interpretativa da realidade, responsável por elaborar produtos que expressam determinadas visões de mundo. Ao entrar em contato com os documentos em conjunto com seus contextos de produção e uso, o indexador/classificador deve decide quais os melhores rótulos para representá-los. Tal escolha se trata de tomar posição diante de um olhar espaço-temporal do mundo, atribuindo valor a índices, termos e notações, transformando sinais em signos. Como são resultado da vivência em sociedade em (...)
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  43.  2
    O discurso iconográfico como signo das Luzes: o frontispicio da Encyclopédie e a obra de Mestre Ataíde.Lilian Cristina Monteiro França - 2024 - Discurso 54 (2):58-77.
    O pensamento Iluminista francês desenvolveu uma iconografia própria. Mestre Ataíde, um proeminente artista brasileiro do período colonial, possuía em sua biblioteca manuais de gravuras, incluindo pranchas da Encyclopédie. Uma análise comparativa da estrutura composicional e das linhas de força do Frontispício da Encyclopédie (Cochin, 1675) e das obras Ascensão de Cristo (1806) e Assunção da Virgem (1804), ambas de Mestre Ataíde, indica a possível presença de signos das Luzes em sua iconografia. Com base em tal premissa, espera-se contribuir com (...)
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  44.  26
    Racismo e a constituição de um signo ideológico de resistência.Maria Helena Cruz Pistori - forthcoming - Bakhtiniana.
    RESUMO Este artigo tem o objetivo de compreender a disseminação e a consolidação de um signo ideológico de resistência, a partir da análise de um enunciado verbo-visual, uma fotorreportagem publicada no jornal português Expresso. A matéria, por meio de uma série de fotografias e um breve texto, mostra uma manifestação ocorrida em Lisboa, em junho de 2020, contrária ao assassinato de George Floyd por policiais nos EUA. A Análise Dialógica do Discurso, advinda da obra de Mikhail Bakhtin e o Círculo, (...)
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  45.  22
    Entre confinamentos e signos amorosos: exercitações de encenações e recriações docentes.Lisete Regina Bampi, Fabricio Gasteasoro Tourrucôo & Gabriel Dummer Camargo - 2022 - Hybris, Revista de Filosofí­A 12 (2).
    The purpose of this article is to translate teaching experiences through an interpretation of the world of signs. In between confinements, teachers exercise on stagings that are not just replicating transformations of themselves; but, unique recreations in their worldliness, and in potent sensibilities; possibly different in their own repetition. As a way of resistance in the subjectification experience, we reinvent ourselves with worlds already created, rethinking the school as an environment, institution, space, time, world, and form. With Cortázar, we place (...)
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  46.  1
    materialidade do índice como saída da clausura metafísica: Derrida leitor de Husserl.Danilo Vilaça - 2025 - Geltung - Revista de Estudos das Origens da Filosofia Contemporânea 3 (2):e69415.
    O artigo aborda a leitura de Husserl realizada por Derrida em A Voz e o Fenômeno (1967) e na introdução à tradução francesa da Origem da Geometria (1962), destacando a importância da materialidade dos signos (Zeichen) para o entendimento da linguagem e das idealizações. Derrida critica o privilégio da interioridade na metafísica transcendental e explora o encaminhamento à exterioridade, pressuposta pela ideia husserliana de índice (Anzeichen), evidenciando-a como fundamental para a construção dos sentidos (Sinn) e das significações (Bedeutung). Há, (...)
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  47.  17
    Semiótica do absurdo e do sem-sentido: uma perspectiva lotmaninana.Aleksei Semenenko - 2019 - Bakhtiniana 14 (4):157-169.
    RESUMO Absurdo e falta de sentido são geralmente estudados como categorias filosóficas e/ou lógicas. Este artigo examina o absurdo como um fenômeno semiótico e como parte dos mecanismos de geração de significado. Argumenta que o problema do absurdo e do significado como um todo é, acima de tudo, um problema textual. Esta abordagem se fundamenta no legado do semioticista e estudioso da literatura Iúri Lótman, especialmente em seus conceitos de explosão e nas noções de “não-texto” e “menos- dispositivo”. O conceito (...)
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  48.  30
    La alegría como signo de la nupcialidad en tensión escatológica: Christophe Lebreton - Edith Stein.Cecilia Avenatti de Palumbo & Alejandro Bertolini - 2015 - Veritas: Revista de Filosofía y Teología 32 (32):37-56.
    Nuestra hipótesis consiste en considerar la alegría como fruto del dinamismo interpersonal entre Dios y el hombre bajo la figura de la nupcialidad, cuyas notas de reciprocidad, exclusividad, intimidad y fecundidad especifican esta dimensión particular de vida teologal. Al desplegarse en la historia, la nupcialidad adquiere una tensión escatológica pues el diálogo amante de libertades intensifica la presencia recíproca de Dios y el hombre hasta desembocar en una radicalidad que puede conducir al martirio. Tales fueron los casos de dos místicos (...)
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  49.  21
    El desafío filosófico del libro sobre los signos. Un balance de los aportes y limitaciones de Las palabras y las cosas de Michel Foucault.Cristina López - 2017 - Hybris, Revista de Filosofí­A 8 (1):69-93.
    A cincuenta años de su publicación, en este artículo se intenta establecer el lugar de _Las palabras y las cosas_ en el primer periodo de la trayectoria de su autor. Para hacerlo, se ha tomado en consideración los desafíos teóricos asumidos, las categorías acuñadas y la perspectiva de abordaje diseñada por Michel Foucault para llevar a cabo su propio programa filosófico. De allí la necesidad de incorporar al análisis otros dos textos relevantes del periodo, a saber, la _Tesis Complementaria_ en (...)
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  50.  50
    Sexualidad y mujer en la filosofía: ¿amor como signo trascendente? Acercamiento a las diosas madres en América Latina.Rosa Emilia del Pilar Alcayaga Toro - 2015 - Cuadernos de Filosofía Latinoamericana 36 (113):25.
    Preguntarse si desde un orden patriarcal, en esta búsqueda de sentido, que no acaba, el concepto de Amor no será un nuevo signo trascendente en reemplazo o resurrección del último Dios. Amor como uno de los pocos rasgos de trascendencia en esta civilización tecnológica que, en tanto, virtud del sometimiento, el genio del cristianismo enlaza a la mujer en la red de la lógica cristiana regida por dos dogmas de la fe: la ‘Encarnación’ y el ‘Amor’ e impone la exclusión (...)
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